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PSB, PDT, Rede e PPS fecham bloco independente no Senado

Congresso em Foco

Autoria e responsabilidade de Rafael Neves

25/1/2019 | Atualizado 26/1/2019 às 13:32

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Um grupo de 14 senadores de quatro partidos (PSB, PDT, Rede e PPS) anunciou, na tarde desta sexta-feira (25), um bloco que promete não ser "nem situação automática nem oposição sistemática" ao governo Bolsonaro. O bloco ainda não definiu o nome que vai apoiar na disputa pela presidência do Senado. "Nem uma candidatura própria [do bloco] está descartada" afirmou o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). O bloco foi batizado com o nome de "Senado Independente", e será oficializado assim que os congressistas tomarem posse, na próxima sexta-feira (dia 1º de fevereiro). Na mesma data, serão eleitas as novas mesas do Senado e da Câmara. No último caso, o grande número de partidos que já declararam apoio a Rodrigo Maia (DEM-RJ) em tese garante vitória folgada do atual presidente. Com habilidade, ele foi capaz de reunir em torno de si legendas do governo e da oposição. Prometendo diálogo, valorização do Legislativo, respeito às minorias e apoio à agenda econômica de Bolsonaro, ele só não vai se reeleger se houver muitas traições. O cenário é mais confuso no Senado, onde o MDB, que tem a maior bancada, está dividido entre as candidaturas de Renan Calheiros (AL), ao qual vários de seus correligionários não querem dar um quarto mandato como presidente da Casa, e a líder do partido, Simone Tebet, que é estimulada a concorrer por senadores de várias agremiações e pelo presidente nacional do MDB, o senador em fim de mandato Romero Jucá (RR), derrotado na tentativa de se reeleger. Também se movimentam como aspirantes ao cargo, entre outros, Davi Alcolumbre (DEM-AP), apoiado pelo chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni; Tasso Jereissati (PSDB-CE), que se apresenta como candidato independente, favorável à viabilização da pauta econômica do governo, mas comprometido com o respeito à oposição; e Alvaro Dias (Podemos-PR), o único a se anunciar abertamente candidato. Compõem o bloco: 5 senadores da Rede - Alessandro Vieira (SE), Fabiano Contarato (ES), Flávio Arns (Rede-PR), Randolfe Rodrigues (AP) e Styvenson Valentim (RN) 4 do PDT - Acir Gurgacz (RO), Cid Gomes (CE), Katia Abreu (TO) e Weverton Rocha (MA) 3 do PSB - Leila do Vôlei (DF), Veneziano (PB) e Jorge Kajuru (GO) 2 do PPS - Eliziane Gama (MA) e Marcos do Val (ES) Segundo Randolfe, o bloco ainda negocia a adesão do senador Reguffe (sem partido-DF). Veja também: Senado paga em janeiro mais de R$ 100 mil a cada senador reeleito Lista dos eleitos para o novo Congresso, estado por estado
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