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Aras diz que não há menção a Bolsonaro no áudio e que caso foi arquivado pelo STF

Congresso em Foco

30/10/2019 | Atualizado às 16:45

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Aras considera inconstitucional o indulto natalino concedido por Bolsonaro aos policiais envolvidos no massacre do Carandiru, em 1992. Foto: Pedro França/Agência Senado

Aras considera inconstitucional o indulto natalino concedido por Bolsonaro aos policiais envolvidos no massacre do Carandiru, em 1992. Foto: Pedro França/Agência Senado
O procurador-geral da República, Augusto Aras, afirmou nesta quarta-feira (30) que o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Procuradoria-geral da República (PGR) arquivaram uma notícia de fato, enviada à Corte pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ), que informava a menção do nome do presidente Jair Bolsonaro (PSL) na investigação do assassinato da vereadora Marielle Franco e de Anderson Gomes. > Rede pede proteção policial para porteiro que associou Bolsonaro ao caso Marielle Aras defendeu que a divulgação do depoimento é um "factóide que gerou um crime contra o presidente". Ele também disse que vai enviar para o MP-RJ um pedido feito pelo ministro da Justiça, Sergio Moro, para entender em que circunstâncias o porteiro do condomínio de Bolsonaro mencionou o nome do militar. “Por si só, a notícia de fato já encerrava a solução do problema”, disse Aras à Folha de São Paulo. “[O arquivamento ocorreu] porque não tinha nenhuma hipótese [de investigação do presidente] a não ser a mera comunicação [ao STF]”, disse. De acordo com o PGR, quando o MP-RJ enviou a notícia do fato, os procuradores enviaram também um documento que informava que o presidente estava em Brasília no dia em que os suspeito foram ao condomínio. Além disso, o Ministério Público do Rio de Janeiro anexou os áudios da portaria, que contradizem a versão do porteiro. “Não há menção ao presidente”, disse.  Segundo Aras, a equipe da procuradoria-geral da República ainda está ouvindo as gravações dos dias seguintes, mas, até agora, não há indícios do envolvimento do presidente. Porteiro mencionou Bolsonaro Nesta terça-feira (29), o Jornal Nacional divulgou que o porteiro do condomínio de Bolsonaro, no Rio de Janeiro, havia mencionado o nome do militar em um depoimento à polícia do Rio. De acordo com a reportagem, o funcionário afirmou que um dos suspeitos de matar a vereadora esteve na região horas antes do crime e teve autorização de alguém identificado como o "senhor Jair", na casa 58, onde mora o presidente, para entrar. O ex-policial Elcio Queiroz, no entanto, dirigiu-se para a casa de outro suspeito que  também mora no condomínio, Ronnie Lessa. Naquela data, Bolsonaro estava em Brasília, participando de atividades na Câmara. Ambas as informações estavam na reportagem da Globo. > “Globo não faz patifaria nem canalhice”, diz emissora em resposta a Bolsonaro > Oposição vai pedir a Toffoli que mantenha investigação do caso Marielle no Rio
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