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Oposição quer ação de improbidade contra ministro

Congresso em Foco

10/4/2008 | Atualizado às 16:07

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O deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) anunciou hoje (10) que entrará na próxima segunda-feira (14) com uma ação de improbidade administrativa no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o ministro da Secretaria Especial da Pesca, Altemir Gregolin.

O ministro foi acusado, há pouco, durante a reunião da CPI Mista dos Cartões Corporativos, de ter feito campanha para candidatos do PT durante missão oficial no Pará em outubro de 2006.

Em sua defesa, Gregolin disse que o caso já havia sido alvo de uma ação eleitoral e que o juiz havia decidido arquivar o processo por falta de provas.

"O juiz não disse que o senhor é inocente, apenas que a pessoa que fez a denúncia não juntou provas suficientes", rebateu o deputado, que classificou os motivos da ação eleitoral de "imorais". Segundo o tucano, caso o STF julgue procedente a ação de improbidade administrativa, a condenação pode resultar em multa, perda de mandato e até mesmo na inelegibilidade de Gregolin.

Em defesa do ministro, o deputado Manato (PDT-ES) lembrou que as novas acusações são alheias ao assunto tratado pela CPI e que as explicações de Gregolin quanto ao uso dos cartões corporativos haviam sido satisfatórias. 

 

Já o ministro disse, na saída da audiência, que a oposição quer apenas "politizar" a questão e que está tranqüilo quanto à prestação de contas feita hoje aos parlamentares.

"Mostrei que usei o cartão de forma responsável", afirmou.

Requerimentos

Na próxima terça-feira (15), a presidente da comissão, senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), deverá colocar em pauta todos os demais requerimentos que faltam ser votados no colegiado. Entre eles o que requer a convocação dos ex-ministros da Casa Civil, José Dirceu e Pedro Parente.

Quanto à acusação de que Gregolin fez campanha eleitoral em missão oficial no Pará, Serrano disse que será investigada a possibilidade de uso indevido do cartão corportivo na ocasião.

Já em relação à nova CPI dos Cartões Corporativos exclusiva no Senado, a tucana avaliou: "Uma CPI é sempre diferente da outra".(Soraia Costa, Rodolfo Torres e Erich Decat) 

Matéria atualizada às 14h35

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