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Denúncia foi "jogada política", diz Escórcio

Congresso em Foco

17/10/2007 | Atualizado às 14:28

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Acusado de ir a Goiânia espionar os senadores Demóstenes Torres (DEM-GO) e Marconi Perillo (PSDB-GO), Francisco Escórcio, ex-assessor especial do presidente licenciado do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que a denúncia foi uma “jogada política”.

Ele admitiu ter ido à capital de Goiás para se encontrar com o empresário e ex-deputado Pedro Abrão, a quem teria pedido ajuda para obter informações sobre os dois senadores da oposição, mas garantiu que foi tratar de assuntos particulares de sua empresa.

Escórcio disse se sentir “muito injustiçado” e afirmou que seu maior prejuízo “foi moral”. Exonerado do cargo após a divulgação da denúncia, o ex-assessor garantiu que irá ao Conselho de Ética prestar depoimento caso seja convidado, e aceitará uma acareação com Pedro Abrão. “A verdade tem de ser o ponto de partida para qualquer regime democrático”, disse. 

Questionado sobre a possibilidade de retornar ao Senado, Escórcio disse: “Não matei. Não roubei. Qual foi o crime que cometi para não estar aqui?”.

As acusações de espionagem estão sendo alvo da 5ª representação protocolada contra Renan Calheiros e enviada ao Conselho de Ética nesta semana. (Rodolfo Torres)

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