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Reações contra aumento são "hipocrisia", diz deputado

Congresso em Foco

22/3/2007 | Atualizado às 18:21

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Um dos sete deputados que votaram pela aprovação do reajuste de 26,49%, Sílvio Costa (PMN-PE), disse agora há pouco no Salão Verde da Câmara que a reunião na Comissão de Fiscalização e Controle foi "transparente e feita na lei".

Segundo Costa, todos os integrantes foram avisados com um dia de antecedência pelo presidente da Comissão, deputado Virgílio Guimarães (PT-MG), e que não houve nenhum acordo de bastidor para colocar a proposta em votação sem alarde.

"Os grupos que se sentiram derrotados devem ir até a Diretoria Geral e declara que não querem receber o reajuste. Tem é que acabar com esse teatro da hipocrisia. Isso não é aumento é realinhamento", disse o deputado pernambucano.

Costa disse que também é favorável que o mesmo percentual de reajuste seja aplicado na verba de gabinete de R$ 50 mil, que cada um dos 513 deputados têm direito para entre outros gastos contratar assessores. O deputado ponderou que a União destina 2,5% dos R$ 380 bilhões do Orçamento para gastos de pessoal com o Congresso e que as duas casas legislativas estão dentro do chamado limite prudencial."Tem dinheiro porque esse limite só é ultrapassado quando se chega perto dos 95% desse repasse da União e no momento estamos  abaixo do limite", explicou. (Lúcio Lambranho)

Outras opiniões favoráveis

Para o presidente nacional do PT, o reajuste nos vencimentos dos parlamentares é “mais do que justo e defensável”. "A correção pela inflação é mais do que justo e defensável, até porque é necessário determinar um índice de reajuste", defende o deputado Ricardo Berzoini (PT-SP).

O deputado Marcelo Serafim (PSB-AM), em sua primeira legislatura, argumenta que o reajuste deve ser feito todo ano, assim como ocorre com o salário de todo trabalhador. E justifica: "Há quatro anos a Câmara não concedia reajuste".

O deputado Fernando Gabeira (PV-RJ) considera que o momento é inadequado para aumentar os salários dos parlamentares. "Não acho um aumento exagerado, mas o momento em que ele se dá é inoportuno. Estamos vindo de duas semanas de completa inatividade. Devíamos primeiro retomar nosso ritmo de trabalho, para depois discutir o reajuste", afirmou. (Lucas Ferraz)



 

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