Entrar

    Cadastro

    Notícias

    Colunas

    Artigos

    Informativo

    Estados

    Apoiadores

    Radar

    Quem Somos

    Fale Conosco

Entrar

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigos
  1. Home >
  2. Notícias >
  3. Justiça reduz pena do Comendador Arcanjo

Publicidade

Publicidade

Receba notícias do Congresso em Foco:

E-mail Whatsapp Telegram Google News

Justiça reduz pena do Comendador Arcanjo

Congresso em Foco

27/7/2006 | Atualizado às 8:19

A-A+
COMPARTILHE ESTA NOTÍCIA
O jornal Folha de S. Paulo informa hoje que o Tribunal Regional Federal da 1ª Região, que tem sede em Brasília, reduziu de 37 anos para 11 anos e quatro meses a pena de prisão de João Arcanjo Ribeiro, o Comendador, líder de uma poderosa organização criminosa que operava a partir do Mato Grosso.

Ele foi condenado por crime contra o sistema financeiro, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Segundo o jornal, a 3ª Turma do TRF-1, composta por três desembargadores federais, acatou recurso dos advogados de Arcanjo e resolveu modificar a sentença da 1ª Vara da Justiça Federal em Mato Grosso, que, em dezembro de 2003, o condenou a 37 anos de prisão.

A decisão, tomada na última terça (25), também beneficia a mulher de Arcanjo, Silvia Shirata, e ainda Luiz Alberto Dondo e Nilton Alberto Teixeira.

Conforme conclusão do inquérito da Polícia Federal, Arcanjo e seu grupo movimentaram ilegalmente cerca de R$ 900 milhões entre 1997 e 2001, sem declarar à Receita Federal, segundo a sentença da primeira instância.

Ele também foi acusado de homicídio, contrabando e porte ilegal de arma, além de ter financiado em 2002 a campanha ao governo estadual do senador Antero Paes de Barros (PSDB-MT).

Liberados presos da Operação Cerol

No Rio, o Tribunal Regional Federal da Região concedeu habeas corpus em favor das 17 pessoas que haviam sido presas na chamada Operação Cerol. Elas são acusadas de envolvimento com a máfia da Previdência Social.

Entre os presos, há seis delegados e dois agentes da Polícia Federal, além de um funcionário do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Ao determinar a libertação, o desembargador federal Abel Gomes decidiu que os servidores públicos suspeitos ficarão impedidos de sair do Rio sem autorização judicial até o fim da investigação.

O Ministério Público deve voltar a pedir a prisão da quadrilha, que é acusada de beneficiar empresários que respondiam a crimes na Delegacia de Repressão a Crimes Previdenciários (Deleprev).
Siga-nos noGoogle News
Compartilhar

Temas

Reportagem

LEIA MAIS

Ibope: Lúcio pode ganhar no primeiro turno no CE

Dinheiro vivo circulou no Congresso, diz chefe da máfia

Leia mais

NOTÍCIAS MAIS LIDAS
Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosFale Conosco

CONGRESSO EM FOCO NAS REDES