Entrar

    Cadastro

    Notícias

    Colunas

    Artigos

    Informativo

    Estados

    Apoiadores

    Radar

    Quem Somos

    Fale Conosco

Entrar

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigos
  1. Home >
  2. Notícias >
  3. STF não pode trazer pilotos do Legacy, diz ministra

Publicidade

Publicidade

Receba notícias do Congresso em Foco:

E-mail Whatsapp Telegram Google News

STF não pode trazer pilotos do Legacy, diz ministra

Congresso em Foco

1/6/2007 | Atualizado às 9:16

A-A+
COMPARTILHE ESTA NOTÍCIA

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Ellen Gracie, disse ontem ao presidente e ao relator da CPI do Apagão Aéreo da Câmara, deputados Marcelo Castro (PMDB-PI) e Marco Maia (PT-RS), que a corte não tem meios para obrigar os pilotos do jato Legacy que se chocou com o Boeing da Gol em setembro passado, Joe Lepore e Jean Paul Paladino, a virem ao Brasil para prestar depoimento à comissão.

Segundo Ellen Gracie, o acordo de cooperação em assuntos penais assinado por Brasil e Estados Unidos não confere às CPIs a autoridade de convocar americanos para prestar depoimento. "Esse é o principal problema que temos no momento. Do ponto de vista jurídico, e dos convênios que são estabelecidos pelo Brasil com outros países, nós não temos hoje nenhuma garantia de que poderemos efetivamente ouvir os pilotos", queixou-se Marco Maia.

Como alternativa para viabilizar os depoimentos, considerados essenciais pelos membros da CPI, a ministra sugeriu que a comissão peça a intermediação do Ministério das Relações Exteriores e da embaixada brasileira em Washington (EUA).

Caso não seja possível trazer os pilotos do Legacy ao Brasil, os parlamentares planejam ou ir aos Estados Unidos ou interrogá-los por videoconferência.

Crise de representatividade

A reunião de ontem da CPI foi palco de disputa entre os familiares das 154 vítimas do acidente com o avião da Gol. Segundo o jornal Correio Braziliense, parentes de alguns dos mortos desautorizaram o presidente da Associação dos Familiares e Amigos das Vítimas do Vôo Gol 1907, Jorge André Cavalcanti, convidado a prestar depoimento, a falar em seu nome.

A associação representa as famílias de 18 vítimas, pouco mais de 11% do total. Quando começava o depoimento de Cavalcanti, Eulália Machado de Carvalho, viúva de um dos passageiros do vôo, gritou: "Ele não representa ninguém. Eu não vou ficar neste circo, eu vou me embora".

Com a confusão, a sessão foi suspensa. Os deputados planejam realizar, em data ainda não marcada, uma audiência pública com a presença de outros familiares de vítimas. Mais cedo, também em depoimento à CPI, o presidente da Gol, Constantino de Oliveira Júnior, confirmou que a empresa não negocia com a associação, mas, sim, diretamente com cada família de vítima. (Carol Ferrare)

Siga-nos noGoogle News
Compartilhar

Temas

Reportagem

LEIA MAIS

Assessor diz que Rondeau recebeu Zuleido

STF abre inquérito contra ministro das Comunicações

Mangabeira vai sem nunca ter vindo

NOTÍCIAS MAIS LIDAS
Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosFale Conosco

CONGRESSO EM FOCO NAS REDES