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Oposição quer parar votações no Senado com o afastamento de Renan

Congresso em Foco

5/12/2016 | Atualizado às 21:58

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[caption id="attachment_274193" align="alignleft" width="380" caption="Senador petista diz não haver clima para votação de projetos"]Lindbergh Farias_EBC" src="https://static.congressoemfoco.com.br/2016/12/Lindbergh.jpg" alt="" width="380" height="270" />[fotografo]EBC[/fotografo][/caption]O líder da minoria no Senado, Lindbergh Farias (PT-RJ), pediu a paralisação de todas as votações de projetos de lei e emendas constitucionais em tramitação na Casa, até a decisão do plenário do Supremo Tribunal Federal sobre o afastamento do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), do comando da Casa. "Não dá para o Senado funcionar como se não houvesse acontecendo nada. A crise é muito grave e não dá pra fazer de conta que está tudo normal", disse Lindbergh. O parlamentar disse que vai tentar convencer o senador Jorge Vianna (PT-AC) - vice-presidente da Casa, a quem cabe assumir o lugar de Renan - a retirar de pauta a votação em segundo turno da proposta de emenda à Constituição que limite os gastos da União por 20 anos (PEC 55), com reajuste de gastos do governo limitado à variação do Índice de Preços ao Consumidor Ampliado (IPCA) do ano anterior. Vianna e seu partido, o PT, sempre foram contra o teto de gastos. "Quem pauta o que será votado é o presidente do Senado e a nossa pauta não poderá ser tocada como se nada tivesse acontecendo, este não é um fato político qualquer", argumentou Lindbergh. O senador defende o adiamento da proposta sobre limite de gastos para o próximo ano. Lindbergh disse ainda que não há clima para tocar a pauta de votação do Senado até a chegada do recesso. E, por isso, adianta o senador petista, pedirá que os colegas rediscutam a crise política e só depois defina a pauta de votações. Mais sobre Renan Calheiros Mais sobre Legislativo em crise
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