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Economia

Instituições financeiras não querem reeleição de Bolsonaro, diz Guedes

Em entrevista ao jornal inglês Financial Times, o ministro Paulo Guedes insinuou que bancos não teriam aceitado eleição de Bolsonaro em 2018.

Guilherme Mendes

Guilherme Mendes

24/11/2021 | Atualizado às 7:20

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O ministro da Economia, Paulo Guedes. Foto: Edu Andrade / Ministério da Economia

O ministro da Economia, Paulo Guedes. Foto: Edu Andrade / Ministério da Economia
O ministro da Economia, Paulo Guedes, indicou nesta terça-feira (23) que os bancos brasileiros que indicam projeções pessimistas para economia brasileira em 2022 poderiam estar agindo por razões políticas. Em entrevista ao jornal britânico Financial Times - uma das principais publicações de economia no planeta - o ministro brasileiro insinuou que as instituições financeiras não querem a reeleição de Jair Bolsonaro. Questionado sobre os prognósticos dos bancos, Guedes disse que eles estariam errados. "Claros que eles estão errados", disse o ministro ao FT. "Ou eles estão errados, ou eles são militantes políticos. Eles estão tentando afetar a eleição...Eles ainda não aceitam a eleição de Bolsonaro", teorizou o ministro. Aos jornalistas ingleses, Guedes ainda profetizou que a economia brasileira irá se recuperar da recessão em "V". O banco Itaú passou a sinalizar, em novembro, que o PIB cairá 0,5% em 2022, e que a inflação permaneça em 5%, com a taxa Selic em 11,75%, fruto de ações severas para tentar controlar a inflação. O Bradesco indica crescimento de 0,75%, inflação de 4,49% e Selic em 10,25%; já o Santander apura um crescimento para 2022 de 1%, com inflação em 5,15% e Selic a 11,5%. Guedes, no entanto, indicou ao Financial Times que espera crescimento de 2,1% no próximo ano, movido pelo que acredita ser uma série de investimentos do setor privado de cerca de US$100 bilhões (R$557 bilhões). > Guedes diz que abriu offshore em paraíso fiscal para fugir de impostos
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PIB IPCA Financial Times Paulo Guedes ministério da economia

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