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Governo vai destinar R$ 5 bi para financiar exportações

Congresso em Foco

6/10/2008 | Atualizado às 19:04

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O ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, anunciaram na tarde de hoje (6) duas novas medidas para tentar conter os reflexos no país da crise financeira global iniciada no segundo semestre de 2007. O objetivo é ajudar os exportadores que encontram dificuldade para obter crédito junto aos bancos no exterior após o efeito dominó financeiro.

A primeira medida, de acordo com Mantega, é o repasse de R$ 5 bilhões do Tesouro para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) que servirão para reforçar a linha de crédito conhecida como “pré-embarque”. A iniciativa visa assegurar o fluxo das exportações. Além disso, o governo também aposta na aplicação de parte das reservas no mercado para aumentar a liquidez para os exportadores.

Segundo Mantega, as reservas vão ficar à disposição dos bancos brasileiros. “O governo está atuante, monitorando diariamente o mercado para neutralizar os impactos”, acrescentou o ministro que considerou a atual fase da crise como a mais aguda.

Mantega também ressaltou que apesar da perda de confiança nas instituições financeiras, o Brasil está preparado. “Os ativos estão sólidos, as empresas estão sólidas, os bancos estão sólidos”, assegurou.

Já Henrique Meirelles disse que as medidas de hoje podem ser modificadas de acordo com as mudanças de humor do mercado.

“O Banco Central está preparado para tomar outras medidas se necessário. A grande vantagem do Brasil foi adotar nesses últimos anos uma política conservadora. Mas temos recursos necessários para enfrentá-la com serenidade”, afirmou.

Dia de nervosismo

Hoje (6), a cotação da moeda norte-americana registrou o maior patamar desde setembro de 2006. O dólar comercial fechou a R$ 2,198 para a venda e o dólar turismo a R$ 2,330.

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) também registrou nesta segunda-feira dia de nervosismo. No início das atividades, a Bovespa chegou a ter uma queda de 15%, o que levou à suspensão da venda e compra de ações por duas vezes durante o período da manhã. É a primeira vez que isso ocorre. Perto do horário de fechamento, o ritmo das perdas na bolsa recuou a atingiu 7,62%. (Erich Decat)

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