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Agência de irmão No caso de Aníbal Gomes, a sua chefe de gabinete, Ana Pérsia Alux Bessa, repassou 11 trechos de viagens para o irmão e dono da agência Infinite Tour, Márcio Luiz Alux de Pompeu Bessa, segundo declaração dele. O documento é datado de 27 de abril de 2009, no auge da publicação das reportagens sobre a farra das passagens. Segundo o deputado Gomes, a declaração foi anexada ao relatório da sindicância das passagens. Na declaração de Márcio Bessa, ele afirma que ele e sua irmã Ana Pérsia nunca tiveram “qualquer vantagem pessoal ou financeira” com a operação. Diz que jamais fez “qualquer tipo de transação comercial com créditos oriundos da Câmara dos Deputados”. Em dezembro de 2009, Ana Pérsia disse ao Congresso em Foco que outro colega de gabinete processado, José Carlos Vasconcelos, não comentariam o assunto que Aníbal Gomes pagava advogados para defendê-los. “O deputado contratou advogado e está nos defendendo no processo.” À época, Aníbal Gomes exibiu ao site a declaração de Márcio Bessa para mostrar que não houve irregularidades no caso. No caso de Dilceu Sperafico, seu ex-servidor Vilmar Covatti foi investigado por uma comissão de processo disciplinar da Câmara para avaliar se ele usou o cargo para para proveito pessoal ou de outras pessoas “em detrimento da dignidade da função”. Em dezembro de 2009, ele disse à reportagem não ter cometido irregularidades. “Nada foi feito de errado. Isso vai ser apresentado na comissão exclusivamente.” À época, Sperafico não retornou os recados deixados em seu gabinete. Neste sábado, a reportagem não conseguiu localizar Vadão Gomes, Aníbal Gomes e Sperafico para comentar o caso. Veja tudo sobre a farra das passagens