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Alckmin confirma saída de Ministério para disputar nas eleições

Cotado para disputar ao Senado por São Paulo, Alckmin confirmou que entregará o comando da pasta no dia 4 de abril.

5/3/2026
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O vice-presidente Geraldo Alckmin, ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, anunciou em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (5) que deixará o comando da pasta no dia 4 de abril. A data é o limite definido pela Justiça Eleitoral para que membros do Executivo possam entregar seus cargos para participar nas eleições.

Apesar do interesse em permanecer na chapa de Lula como candidato a vice, Alckmin é o preferido do presidente para concorrer ao Senado por São Paulo, em uma coligação formada pela cúpula econômica do governo: Fernando Haddad, da Fazenda, é cotado ao governo estadual, e Simone Tebet, do Planejamento, à segunda vaga do Senado.

Geraldo Alckmin recebeu garantia do PT de que poderá disputar em 'qualquer palanque'. Paulo Pinto/Agência Brasil

A formação da chapa paulista é uma prioridade do presidente Lula, que precisará de nomes fortes para concorrer no Estado contra o governador Tarcísio de Freitas, candidato à reeleição. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, também é citada em pesquisas eleitorais como candidata de peso ao Senado pelo Estado.

Apesar de preterido na chapa ao Planalto, Alckmin recebeu a garantia do presidente nacional do PT, Edinho Silva, de que a sigla está disposta a conceder qualquer palanque a ele. O ministro é membro do PSB, partido presidido pelo prefeito de Recife, João Campos, que vai disputar ao governo de Pernambuco.

A desincompatibilização de Alckmin é aplicável apenas ao seu cargo de ministro, ficando mantida sua posição de vice-presidente da República durante todo o período eleitoral.

Ao menos outros 19 ministros pretendem sair da função em abril para concorrer nas eleições. Entre eles, estão figuras do primeiro escalão como a ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann; Alexandre Silveira, de Minas e Energia; Rui Costa, da Casa Civil; e Renan Filho, dos Transportes.

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