A Eldorado Brasil Celulose inaugurou nesta semana a ampliação do Espaço Saúde e Bem-Estar na sede da companhia, em Três Lagoas (MS). A estrutura reúne programas voltados à promoção da saúde e à prevenção de doenças, com foco na qualidade de vida e no bem-estar dos colaboradores.
O novo espaço passou a contar com área de pré-triagem, sala de emergência, enfermarias e consultórios, além de ambientes voltados ao acolhimento físico e mental dos profissionais da empresa. Integrada à unidade de saúde do parque fabril, a estrutura foi reformulada para oferecer mais conforto, atendimento e suporte aos funcionários.
Entre as novidades está uma sala exclusiva de apoio à amamentação, destinada às colaboradoras que retornam da licença-maternidade. O ambiente foi planejado para garantir privacidade, climatização e segurança para a coleta e armazenamento do leite materno.
Segundo o diretor de Recursos Humanos, Sustentabilidade e Comunicação da Eldorado Brasil Celulose, Elcio Trajano Junior, o investimento faz parte da estratégia da companhia voltada ao cuidado com as pessoas.
"É um processo contínuo de evolução. Desde a origem da empresa, sempre contamos com um espaço voltado à saúde das pessoas e, ano após ano, seguimos investindo na qualidade desse ambiente e no aprimoramento das nossas práticas", afirmou.
A empresa também mantém outros programas voltados ao bem-estar dos colaboradores. Entre eles está o programa Gerar, que oferece acompanhamento e orientações sobre pré-natal, pós-parto, estímulo ao parto normal e aleitamento materno, com foco no acolhimento de funcionárias que conciliam maternidade e trabalho.
Além disso, a companhia desenvolve iniciativas como o programa Cuidadosamente, voltado à prevenção de riscos psicossociais, e os programas No Ritmo Certo e Movimente-se, que incentivam hábitos saudáveis e cuidados com a saúde física.
Segundo a Eldorado Brasil Celulose, as ações já refletem em indicadores internos. A empresa afirma ter registrado redução de 39% no tempo médio de afastamento de colaboradores e aumento de 44% na procura espontânea por atendimento psicológico no período de um ano.