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Nikolas e Pavanato ironizam vídeo de Renan sobre carta de Flávio

Deputados bolsonaristas criticaram publicação em que ex-presidenciável se declara presidente para debochar de Flávio Bolsonaro.

29/10/2026
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O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o deputado federal eleito Lucas Pavanato (PL-SP) ironizaram um vídeo publicado por Renan Santos (Missão), em que o ex-candidato à Presidência se declara presidente da República para debochar de Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

No vídeo, Renan simula a assinatura de uma ordem executiva e afirma que não reconhece nem a vitória de Lula (PT) nem a autoproclamação de Flávio como presidente eleito. A encenação faz referência à carta divulgada pelo senador após a derrota no segundo turno das eleições presidenciais.

"Pessoal, urgente, acabei de assinar uma ordem executiva, eu não reconheço o resultado do segundo turno das eleições. Tampouco reconheço o governo de Flávio Bolsonaro, direto dos Estados Unidos. Nem Lula, nem Flávio."

Na sequência, anunciou medidas fictícias, como a proibição de que Flamengo e Palmeiras continuem conquistando campeonatos e o fim da atuação de coaches. As declarações faziam parte da sátira à postura adotada por Flávio após a eleição.

Deputados aliados reagem

Nikolas Ferreira comparou o vídeo a uma apresentação de stand-up feminino, enquanto Lucas Pavanato questionou se a publicação tinha a intenção de ser engraçada.

As respostas foram feitas diretamente na postagem de Renan, no X.

Nikolas Ferreira e Lucas Pavanato criticaram a publicação de Renan Santos.Reprodução / X

Flávio se declara presidente eleito em carta

Flávio Bolsonaro divulgou uma carta em que se apresentou como o verdadeiro presidente eleito do Brasil, apesar da derrota para Lula no segundo turno.

No documento, publicado após sua chegada aos Estados Unidos, o senador contestou o resultado das eleições, fez acusações de fraude sem apresentar provas e afirmou que comandaria a oposição do exterior.

Posteriormente, Flávio alterou o texto da carta, substituindo a expressão "verdadeiro presidente eleito do Brasil" por "líder do Brasil". Apesar da mudança, manteve as críticas ao resultado eleitoral e a intenção de exercer liderança política mesmo fora do país.

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