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Aliados e opositores reagem à morte de Olavo de Carvalho

Morte do escritor Olavo de Carvalho, aos 74 anos, foi lamentada em círculos governistas - e lembrada pela opocição

25/1/2022
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Bolsonaro com Olavo de Carvalho em março de 2019. Foto: Alan Santos/PR
A morte do escritor Olavo de Carvalho, aos 74 anos, repercutiu entre os aliados do presidente Jair Bolsonaro nesta terça-feira (25). Olavo era conhecido como "guru do bolsonarismo", ele faleceu na segunda (24), mas o motivo da morte não foi revelado. Nas redes sociais, além de Bolsonaro, o vice-presidente Hamilton Mourão e políticos que compartilhavam das mesmas ideias, críticos ao escritor, também se manifestaram em homenagem. O senador Luiz Carlos Heinze (PP-RS) prestou solidariedade à família de Olavo. Para ele, o escritor representava "a essência do conservadorismo, mas, sobretudo, um defensor ferrenho da liberdade".   Ministros de Bolsonaro também repercutiram a morte do guru da direita nesta terça. Alguns, inclusive, ex-alunos do mentor. Veja: Ministra Damares Alves, da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos: Mario Frias, secretário especial de Cultura: Ernesto Araújo, ex-ministro das Relações Exteriores do Brasil: Abraham Weintraub, ex-ministro da Educação: Ainda na madrugada, o próprio presidente Jair Bolsonaro se manifestou nas redes sociais. Os filhos Carlos Bolsonaro e Flávio Bolsonaro também se manifestaram sobre a morte do escritor.  
 
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  A deputada Carla Zambelli (PSL-SP) disse que o país perdeu "um de seus gigantes, mas sua obra continuará VIVA".

Críticos reagem

Alguns dos parlamentares opositores ao escritor, também se manifestaram nas redes sociais e pontuaram críticas ao negacionismo e minimização da pandemia. O senador Renan Calheiros (MDB-AL) também veio a público afirmar lamentar pela morte de Carvalho e das demais vítimas de Covid-19 no país. A deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP) compartilhou uma das frases de Olavo e escreveu: O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) questionou se a morte do guru havia sido pela covid-19. A deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) afirmou que "morte não se comemora" e lamentou a morte daqueles que, segundo ela, "perderam suas vidas por acreditar nessas mentiras". Durante a pandemia do novo coronavírus, o guru bolsonarista foi um crítico assíduo às medidas sanitárias recomendadas pelos órgãos de saúde mundiais. Além de minimizar as mortes ocasionadas pelo vírus e questionar a eficácia da vacina. O escritor chegou a afirmar que o Brasil não tinha nenhuma morte por covid-19. > Relembre as vezes em que Olavo de Carvalho minimizou a pandemia e a Covid
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