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Eleições 2026
Congresso em Foco
14/7/2026 | Atualizado às 10:49
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou nesta terça-feira (14) que "não haverá eleição em 2030" caso o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) seja derrotado nas eleições de 2026.
A declaração foi feita nas redes sociais em reação à decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que proibiu Flávio de visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, por 90 dias.
"Não haverá eleição em 2030, exceto se elegermos Flávio Bolsonaro. É impensável haver um país com Lula consolidando o atual regime e ainda botando +4 juízes no STF."
Reação à decisão de Moraes
A manifestação foi publicada poucas horas depois da decisão de Alexandre de Moraes que suspendeu, por 90 dias, as visitas de Flávio Bolsonaro ao pai. O ministro também determinou que a defesa do ex-presidente se manifeste sobre a divulgação de uma carta atribuída a Bolsonaro e lida pelo senador durante uma transmissão ao vivo.
Na avaliação de Moraes, a leitura do documento pode configurar descumprimento das medidas cautelares impostas ao ex-presidente, que está proibido de utilizar redes sociais ou meios indiretos de comunicação para divulgar mensagens ao público.
Carta de Bolsonaro
A manifestação foi publicada poucas horas depois da decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que proibiu Flávio Bolsonaro de visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), por 90 dias.
A medida foi tomada após Flávio ler, durante uma transmissão ao vivo, uma carta atribuída ao ex-presidente. Na decisão que concedeu a prisão domiciliar a Bolsonaro, Moraes proibiu expressamente o uso de redes sociais, de forma direta ou por intermédio de terceiros, bem como a utilização de qualquer meio de comunicação externa.
Na avaliação do ministro, a divulgação da carta pode ter representado uma violação dessas restrições, já que a mensagem foi escrita por Bolsonaro e levada ao público por meio do perfil do filho. Por isso, Moraes suspendeu por 90 dias as visitas de Flávio ao ex-presidente e determinou que a defesa apresente esclarecimentos sobre o episódio.
Processo: EP 169
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