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Bolsonaro recebe ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes em seu gabinete

Presidente Jair Bolsonaro se reúne com os ministros do STF, Alexandre de Moraes e Edson Fachin, para receber o convite da posse no TSE.

7/2/2022
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Bolsonaro reafirmou sua posição de antagonismo ao presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, reafirmando sua pauta de 2018. Foto: Isac Nóbrega/PR
Nesta segunda-feira (7), o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem compromisso marcado com dois ministros do Supremo Tribunal Federal (STF): Edson Fachin e Alexandre de Moraes. A pauta da reunião, prevista para começar às 11:30, é a entrega do convite para a posse dos ministros no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Fachin assumirá o cargo de presidente do TSE, enquanto Moraes será o vice. A posse está marcada para o dia 28 de fevereiro, quando se encerra o mandato do ministro Luís Roberto Barroso. Em agosto, Fachin deixará o cargo, pois o mandato no TSE é de dois anos, prorrogáveis por mais dois. O ministro entrou no Tribunal em 2018. Alexandre de Moraes se tornará o presidente, conduzindo o TSE no período das eleições. A relação de Bolsonaro com os ministros não é das mais amistosas. No final de janeiro, Moraes determinou que o presidente comparecesse à sede da Polícia Federal para prestar depoimento no inquérito que investiga o vazamento de informações de uma investigação sigilosa do TSE. O chefe do Executivo utilizou tais informações para tentar colocar em dúvida a segurança do sistema eletrônico de votação. Bolsonaro, no entanto, não obedeceu à intimação. Quando Fachin anulou as condenações do ex-presidente Lula (PT), ainda em março de 2021, Bolsonaro afirmou não ter ficado surpreso com a decisão, pois “Fachin tem uma forte ligação com o PT”. Em dezembro, após o ministro votar contra o marco temporal de demarcações das terras indígenas, o presidente o acusou de ser "trotskista e leninista".
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