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Governo

Fala de Lula sobre meta fiscal causa instabilidade no mercado

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Congresso em Foco

Autoria e responsabilidade de Pedro Sales

27/10/2023 | Atualizado 28/10/2023 às 9:24

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Foto: Ricardo Stuckert/PR

Foto: Ricardo Stuckert/PR
Pedro Sales* O mercado reagiu negativamente às falas do presidente Lula (PT) sobre o cumprimento da meta fiscal para 2024. O Ibovespa, principal indicador da bolsa brasileira, operou em queda, e o dólar subiu novamente. Em um café com jornalistas no Palácio do Planalto, nesta sexta-feira (27), o líder do Executivo afirmou que o governo não deve conseguir cumprir a meta fiscal de déficit zero, estipulada para o próximo ano. Lula disse que o mercado é "ganancioso" demais, cobrando uma meta que "ele sabe que não será cumprida". "Tudo o que a gente puder fazer para cumprir a meta fiscal, a gente vai cumprir. O que eu posso te dizer é que ela não precisa ser zero. O país não precisa disso. Eu não vou estabelecer uma meta fiscal que eu tenha que começar o ano fazendo corte de bilhões, nas obras que são prioritárias desse país".  Às 14h35, pouco depois da divulgação da frase de Lula na imprensa, o Ibovespa registrava 113.523 pontos, um recuo de 1,09% em relação à abertura do mercado. Ao final do dia, a bolsa fechou em queda de 1,29%, com 113.301 pontos. A cotação do dólar subiu após as declarações de Lula: momentos antes da divulgação do teor da reunião com jornalistas, o preço de compra do dólar comercial estava R$4,94. A moeda fechou hoje em alta de 0,58%, no valor de R$5,02. Outros fatores também impactaram a variação no mercado, como a divulgação de balanços corporativos e do índice inflacionário dos Estados Unidos Reações dos parlamentares O deputado Danilo Forte (União-CE), relator do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias, disse à Folha de S.Paulo que a declaração do presidente, em certa medida, desautoriza o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e determina novas metas. "Eu acho que a gente tem aí um choque de realidade. Mas, às vezes, é melhor do que permanecer em ambiente de insegurança, que pode inclusive trazer falta de credibilidade".  "Agora, determinou [a mudança da meta]. Apesar de todo o esforço do ministro, o próprio presidente jogou a toalha e admitiu que não é factível. Então, vamos ao que é factível", concluiu o deputado.  O vice-líder da Minoria no Congresso, o senador Rogério Marinho (PL-RN), divulgou vídeo no X, antigo Twitter, rejeitando a fala de Lula, que ele considerou uma amostra de "irresponsabilidade e falta de planejamento" do governo.  "A discussão hoje, sabe qual é? Vamos mudar ou não vamos mudar a meta, que foi estabelecida há três meses atrás. Essa é a discussão dentro do governo, entre as lideranças da Câmara e do Senado", pontuou o senador. "Veja o desastre que nós estamos próximos a sucumbir. Espero, novamente, estar errado. Espero que o governo se corrija, faça sua parte".  *Estagiário sob supervisão da editora Iara Lemos
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