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Parlamentares cobram investigação rápida dos assassinatos de médicos no RJ

Parlamentares exigem investigação minuciosa da PF no assassinato dos três médicos que ocorreu na noite de quarta-feira (4) no Rio de Janeiro.

5/10/2023
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Irmão de Sâmia Bomfim foi executado com outros dois médicos no RJ. Foto: Arquivo Familiar
Parlamentares ouvidos pelo Congresso em Foco exigem investigação rápida e minuciosa e acompanhamento da Polícia Federal no assassinato dos três médicos que ocorreu na noite de quarta-feira (4) no Rio de Janeiro. Um dos mortos é o irmão de Sâmia Bomfim (PSol-SP), Diego Ralf Bomfim. Os congressistas suspeitam que pela atuação e militância de Sâmia, a morte do irmão possa ser retaliação do crime organizado. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse que o caso do assassinato dos médicos é de uma violência extrema, que gera uma tristeza profunda a todo o Brasil diante das cenas impactantes das imagens da execução. O presidente do Senado demonstrou solidariedade com as famílias das vítimas e os deputados. "Esse fato tem que ser meticulosamente e detalhadamente investigado para saber suas motivações. O fato de uma das vítimas ser o irmão de uma deputada federal muito aguerrida, combativa e reconhecida inclusive por isso, é muito importante que haja investigação profunda nesse sentido e o Congresso Nacional acompanhará de maneira próxima os desdobramentos dessa investigação" O líder do governo no Congresso Nacional, Randolfe Rodrigues (sem partido-AP), descreveu as características do crime e o fato de um dos assassinados ter parentesco com uma parlamentar com notória atuação de combate à milícias e defesa da democracia leva o crime a ter uma análise que demanda severidade e acompanhando por parte da Polícia Federal. Segundo Randolfe, a ação que tem que ser tomada nesse momento é o apoio às investigações, o que inclui inquéritos da Polícia Civil do Rio de Janeiro. "A natureza do crime, as circunstâncias e pelo fato de ter correlação com parlamentares federais, no meu sentir, demanda a ação da Polícia Federal. Opinião essa compartilhada pelo ministro da Justiça, que acredito estar tomando providências nesse sentido. Esse caso não pode ficar como um novo caso tal qual o de Marielle [Frando] e de Anderson [Gomes]." O senador exigiu uma esclarecimento rápido para os assassinatos porque, ao que tudo indica, há envolvimento do crime organizado. O deputado Marcelo Freixo (PSB-RJ), que atualmente é presidente da Embratur, se manifestou pelo X, antigo twitter, sobre os assassinatos. O irmão de Freixo também foi executado no Rio de Janeiro, em 2006. Renato Freixo foi morto quando chegava em sua residência em um bairro de Niterói. Marcelo Freixo também é conhecido pela postura combativa e já foi ameaçado de morte pelo crime organizado, o que fez andar escoltado por seguranças.
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