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Dossiê: PF acredita que Valdebran contratou piloto

3/11/2006
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A Polícia Federal de Mato Grosso acredita que o empresário Valdebran Padilha, preso com o advogado Gedimar Passos em um hotel de São Paulo com R$ 1,7 milhão, seria o responsável pela contratação do piloto que teria transportado parte do dinheiro até São Paulo. O dinheiro seria utilizado na compra de um dossiê que envolveria políticos do PSDB com a máfia das ambulâncias.O piloto Tito Lívio Ferreira da Silva Junior deve ser ouvido pela PF na próxima semana. O nome do piloto aparece na quebra do sigilo telefônico dos envolvidos na tentaiva de compra do dossiê. A Polícia também deve ouvir nos próximos dias uma mulher identificada apenas como Ana Paula. O nome dela apareceu no cruzamento das mais de 800 ligações entre os envolvidos no caso. Conforme informações da PF, Hamilton Lacerda, ex-assessor da campanha de Aloizio Mercante (PT) ao governo de São Paulo, pode ter usado um telefone em nome de Ana Paula.A PF também recebeu informações da casa de Câmbio Centaurus, em Santa Catarina, sobre os saques em dólares realizados pela empresa. A PF do estado iniciará processo semelhante ao realizado com a casa de câmbio Vicatur, de Nova Iguaçu (RJ), para que seja possível rastrear a participação de "laranjas" no esquema.Na tarde de hoje (3), os advogados da Vicatur entregaram documentos referente às movimentações financeiras da empresa e buscaram cópias dos depoimentos prestados por Sirley da Silva Chaves e Fernando Manoel Ribas, sócios na empresa. Os empresários foram indiciados após confessarem o pagamento de R$ 3 mil a "laranjas" para uma operação de venda de US$ 44,3 mil.
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