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ELEIÇÕES 2022

Alexandre de Moraes pede informações sobre gastos com motociata de Bolsonaro

PDT argumenta que a direção do evento promoveu a venda de ingressos no valor de R$ 10, com pagamentos realizados via PIX.

Congresso em Foco

4/5/2022 | Atualizado às 20:44

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Marcelo Bella, empresário importador de suprimentos proteicos e patrocinador de motociatas em São Paulo, se beneficiou com redução de imposto. Foto: Alan Santos PR

Marcelo Bella, empresário importador de suprimentos proteicos e patrocinador de motociatas em São Paulo, se beneficiou com redução de imposto. Foto: Alan Santos PR
O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Alexandre de Moraes acolheu o pedido de liminar do PDT e determinou que a Associação Mensagem de Esperança Campinas (Amec) informe o valor arrecadado ou direcionado para promover a motociata do presidente Jair Bolsonaro (PL) no último dia 15 de abril. O evento aconteceu em São Paulo e o ministro ainda pediu informações se o evento teve relações com o presidente, que é pré-candidato à reeleição. Na ação, o PDT argumenta que a direção do evento promoveu a venda de ingressos no valor de R$ 10, com pagamentos realizados via PIX em uma conta vinculada à associação, que tem sede em Campinas e pertence à igreja Assembleia de Deus Bom Retiro. A motociata intitulada “Acelera para Cristo” foi realizada no feriado de Semana Santa deste ano, reunindo 3,7 mil veículos e percorrendo 130 quilômetros no estado. O PDT, que tem como pré-candidato à Presidência o ex-ministro Ciro Gomes, também sustenta que a operação evidencia a existência de um caixa dois na pré-campanha de Bolsonaro pelos recursos não estarem na contabilização oficial. O ministro Alexandre de Moraes afirmou, na decisão, que a arrecadação de recursos para campanha somente é permitida pelo financiamento coletivo, realizado por empresas ou entidades cadastradas no TSE. “A essência normativa consiste na absoluta transparência que se exige para fins de financiamento da democracia”, disse o ministro. “Dessa forma, a divulgação ostensiva dos nomes dos doadores de campanha e dos respectivos destinatários possui a aptidão de viabilizar uma fiscalização mais eficaz da necessária lisura dos processos de escolha dos detentores de mandato político”, completou.
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