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Segurança pública

Estados mais violentos têm algo em comum: governos de esquerda

O avanço das facções é o veredito de gestões que abandonaram as polícias para blindar a própria ideologia. O Brasil precisa de ordem na ponta se quiser interromper a hegemonia do crime organizado.

Alexandre Magnani

Alexandre Magnani

Davi de Souza

Davi de Souza

29/1/2026 12:00

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Dados recentes publicados pelo portal Poder360 revelam um cenário estatístico alarmante que impõe uma reflexão profunda sobre os rumos da segurança pública no Brasil: em 2025, oito dos dez Estados com as maiores taxas de mortes violentas são governados por partidos de esquerda. Esse dado não pode ser tratado como uma mera coincidência geográfica ou social; ele aponta para uma crise de modelo de gestão onde a ideologia parece pautar a leniência estatal e o consequente fortalecimento das organizações criminosas. Trata-se do reflexo direto de escolhas políticas feitas ao longo dos anos, onde a hesitação institucional cobra o seu preço em vidas humanas.

Há um traço comum nas administrações progressistas: a tendência sistemática à relativização do crime. Em nome de um discurso supostamente humanitário, crimes graves são tratados como "fruto do contexto social" e o rigor do Estado é substituído por uma lógica de complacência. Quando o Estado hesita e o criminoso passa a ser visto prioritariamente como vítima do sistema, o crime organizado avança. Esse fenômeno é reforçado por posicionamentos legislativos, como o voto de partidos como PT e PSOL contra medidas que visam aumentar o cumprimento de penas para crimes hediondos — fato que reverbera diretamente na sensação de impunidade e no estímulo à criminalidade.

A disparidade estatística entre os modelos de gestão não é apenas uma perceção, mas um facto mensurável. De acordo com o levantamento baseado em dados oficiais do Ministério da Justiça, a média de mortes violentas nos Estados governados por políticos de esquerda atingiu a marca de 23,4 por 100 mil habitantes. Em contrapartida, nos Estados sob administrações de direita, esse índice cai drasticamente para 14,8. Essa diferença de quase 60% expõe o abismo entre o discurso e a eficácia das políticas públicas aplicadas.

Levantamento mostra que estados governados pela esquerda concentram as maiores taxas de mortes violentas e reacendem o debate sobre modelo de gestão.

Levantamento mostra que estados governados pela esquerda concentram as maiores taxas de mortes violentas e reacendem o debate sobre modelo de gestão.Paulo Pinto/Agência Brasil

O ranking das dez unidades federativas com maior índice de criminalidade em 2025 é encabeçado pelo Ceará, administrado pelo PT, com uma taxa estarrecedora de 32,6 mortes por 100 mil habitantes. Logo em seguida, Estados como Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Alagoas completam o topo de uma lista onde a insegurança parece institucionalizada. O Nordeste, região majoritariamente alinhada a este espectro ideológico, concentra 53 das 100 cidades mais violentas do país, evidenciando que a fragilidade do Estado é um convite à expansão das facções criminosas que disputam territórios e impõem a sua própria lei.

A política de "passar a mão na cabeça de bandido" materializa-se em práticas concretas, como o desencorajamento da ação policial e a desconfiança sistemática sobre as forças de segurança. Sob uma ótica técnica, o sistema de segurança deve operar em duas frentes: a longo prazo, com investimentos em educação; e a curto prazo, com a neutralização imediata dos vetores de desestabilização. Dizer que prender e isolar criminosos é inútil é o argumento típico de quem prioriza o bem-estar do agressor em detrimento da segurança da vítima. Não se combate facções armadas apenas com retórica sociológica.

Em contraste, Estados historicamente administrados por governos de direita ou de perfil conservador apresentam, em média, maior efetividade no combate à criminalidade através da valorização do policiamento ostensivo e do respaldo político às forças de segurança. O exemplo de El Salvador demonstra que a recuperação do controle territorial é possível quando há vontade política, assim como Estados brasileiros que adotam políticas integradas, como Minas Gerais, apresentam avanços históricos. Nesses modelos, compreende-se que a repressão qualificada e o cumprimento integral das penas são partes indispensáveis da garantia da ordem.

Segurança pública exige coragem política, clareza moral e disposição para enfrentar o crime como ele é. A esquerda, ao insistir numa política de leniência, acaba entregando justamente as populações mais pobres ao domínio do crime organizado. Os dados divulgados não acusam indivíduos, mas modelos de gestão falidos que ignoram a função precípua do Estado: o monopólio da força. Prender e retirar o criminoso de circulação não é apenas uma medida punitiva; é uma medida preventiva que salva vidas e restaura a dignidade da população que hoje vive refém do medo sob o pretexto de teorias humanistas que, na prática, beneficiam apenas o algoz.


O texto acima expressa a visão de quem o assina, não necessariamente do Congresso em Foco. Se você quer publicar algo sobre o mesmo tema, mas com um diferente ponto de vista, envie sua sugestão de texto para [email protected].

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