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prisão decretada

Alexandre de Moraes determina extradição e prisão de Allan dos Santos

Ministro do STF determinou que o extremista Allan dos Santos seja preso e deportado para o Brasil. Allan estaria nos EUA

Guilherme Mendes

Guilherme Mendes

21/10/2021 | Atualizado às 16:23

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Allan dos Santos, dono do site Terça Livre. Foto: Reprodução

Allan dos Santos, dono do site Terça Livre. Foto: Reprodução
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o extremista Allan dos Santos seja preso e deportado para o Brasil. Allan, um dos mais próximos defensores do governo de Jair Bolsonaro, é o fundador do site 'Terça Livre' e foi para os Estados Unidos, país que possui acordo de extradição com o Brasil desde 1965. Moraes atendeu a um pedido da Polícia Federal pela prisão. Allan dos Santos é acusado pelos investigadores de promover atos antidemocráticos e de atentar contra a divisão de Poderes, em especial contra ministros do próprio STF. Sua ação coincide com a ofensiva de Jair Bolsonaro e sua base governista, que aumentaram os ataques contra outros poderes constituídos da República. Em julho, Allan teria ido para os Estados Unidos, onde permanece. Na decisão, Moraes ainda determina que o nome de Allan vá para a chamada "lista vermelha" da Interpol. Isso dificulta a tentativa do blogueiro de escapar para outros países por via aérea. O Banco Central é acionado para também congelar as contas do extremista, assim como quaisquer remessas do exterior, provenientes de lucros da sua pessoa jurídica. Veja a íntegra da decisão: "A prisão preventiva de Allan Lopes do Santos é a única medida apta a garantir a ordem pública, eis que o investigado continua a incorrer nas mesmas condutas investigadas, ou seja, permanece a divulgar conteúdo criminoso, por meio de redes sociais", justifica Moraes, "com objetivo de atacar integrantes de instituições públicas, desacreditar o processo eleitoral brasileiro, reforçar o discurso de polarização; gerar animosidade dentro da própria sociedade brasileira, promovendo o descrédito dos poderes da república, além de outros crimes, e com a finalidade principal de arrecadar valores." Moraes argumentou em sua decisão que, mesmo nos Estados Unidos, Allan poderia ser um indivíduo perigoso de fosse mantido solto. "Em solo americano, o investigado se associou a pessoas ligadas aos violentos atos criminosos que ocorreram em Washington D.C., no prédio do Capitólio, que buscavam contestar o resultado das democráticas eleições americanas", escreveu o ministro. Efetivamente, Allan esteve nas manifestações apoiadas pelo então presidente dos EUA Donald Trump contra o congresso norte-americano, em seis de janeiro deste ano.

Fuga

O blogueiro bolsonarista Allan dos Santos revelou durante live realizada na dia 31 de julho, que estava fora do país. A transmissão foi organizada pela deputada Bia Kicis (PSL-DF), e contou com a participação do youtuber de extrema-direita Bernardo Küster e do americano Ryan Hartwig, também extremista de direita. Allan dos Santos, Bia Kicis e Bernardo Küster são investigados no inquérito das fake news em andamento no Supremo Tribunal Federal (STF). Allan disse que deixou o Brasil após ter recebido a informação de que ministros do Supremo tinham conhecimento de que a China e a Coréia do Norte espionavam o governo brasileiro, mas não comunicaram o episódio ao presidente Jair Bolsonaro. O blogueiro, no entanto, não apresentou nenhum indício de que isso tenha ocorrido. Segundo ele, sua vida estaria correndo perigo.  
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Polícia Federal STF Alexandre de Moraes Terça Livre Allan dos Santos Atos antidemocráticos

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