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Políticos reagem à nota de recuo divulgada por Bolsonaro

Melissa Fernandez

Melissa Fernandez

10/9/2021 | Atualizado às 10:58

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Presidente Jair Bolsonaro. Foto: Marcos Corrêa/PR

Presidente Jair Bolsonaro. Foto: Marcos Corrêa/PR
Políticos e autoridades foram às redes sociais na quinta-feira (9) para se manifestar sobre a carta "Declaração à Nação", divulgada pelo presidente Jair Bolsonaro após repercussão negativa de seus discursos feitos durante os atos de Sete de Setembro. Entre eles, está o presidente da Câmara dos Deputados,  Arthur Lira (PP-AL), afirmando desejar que "a carta do presidente seja uma oportunidade de recomeço de conversas para estabilização da política na vida do povo brasileiro", e que "Toda instituição republicana ou poder só existem para servir ao país". Para ele, as prioridades dos três poderes no momento devem ser "acabar com a pandemia, diminuir o desemprego, solucionar os precatórios, que podem afetar os investimentos públicos". Também se pronunciou o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), destacando que as falas em tom moderado do presidente vão "ao encontro do que a maioria dos brasileiros espera". "Respeito entre os Poderes, obediência à Constituição e compromisso de trabalho árduo em favor do desenvolvimento do país. É disso que o Brasil precisa e que vamos continuar defendendo". No texto, Bolsonaro diz que as ameaças ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foram feitas  no "calor do momento e dos embates que sempre visaram o bem comum". O senador Omar Aziz (PSD-AM) afirmou que se o ato foi genuíno, se trata de uma atitude louvável. Mas que é lastimável "se for jogada para liberação do recurso de precatórios para programas eleitoreiros em 22".

O dia 09.09 é histórico. Dia que Bolsonaro fez autocrítica sobre a China. E dia que ele recuou na tensão com outros poderes. Se for ato genuíno é louvável. Se for jogada para liberação do recurso de precatórios para programas eleitoreiros em 22, é lastimável. Estaremos alerta!

— Omar Aziz (@OmarAzizSenador) September 9, 2021
Líder da oposição na Câmara, Alessandro Molon (PSB-RJ), diz que é impossível Bolsonaro desfazer os crimes cometidos até aqui e que o país não pode ficar refém de um presidente inconfiável.

Bolsonaro pode até tentar voltar atrás no que disse, mas é impossível desfazer os crimes que cometeu e acabar da noite para o dia com o caos que criou. O Brasil não pode ficar refém de um presidente inconfiável, capaz de passar por cima do povo em nome de seu projeto autoritário.

— Alessandro Molon 🇧🇷 (@alessandromolon) September 9, 2021
O governador de São Paulo, João Doria, disse, em tom irônico, que o "leão virou um rato".

O leão virou um rato 🐀 Grande dia! 👍

— João Doria (@jdoriajr) September 9, 2021
Fernando Haddad, candidato à presidência pelo PT em 2018, questionou quanto tempo vai durar até Bolsonaro iniciar uma nova crise institucional. Segundo ele, o episódio foi uma estupidez.

Quanto tempo vai levar para Bolsonaro produzir uma nova crise, prejudicar ainda mais o país e em seguida pedir arrego? O país já aguentou três anos dessa estupidez. Não é o bastante? Fora!

— Fernando Haddad (@Haddad_Fernando) September 9, 2021
Veja outras manifestações:
  • Senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP)

Torço para que isso seja refletido na prática, e que não sejam apenas palavras ao vento. Continuaremos vigilantes! https://t.co/dRIi1tzniq

— Randolfe Rodrigues 💉👓 (@randolfeap) September 9, 2021
  • Deputado Marcelo Ramos (PL-AM), vice-presidente da Câmara

Não julgarei as motivações do presidente pra emitir a Nota Oficial em que pede desculpas e tenta uma pacificação. Há um país real muito sofrido esperando capacidade de enfrentar o desemprego, a fome e a inflação. Se o recuo do presidente servir a esses objetivos, vamos em frente.

— Marcelo Ramos (@marceloramosam) September 9, 2021
> "Tô pronto pra conversar”, diz Bolsonaro em live, após recuo
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