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Oposição apresenta pacote anticrise em contraponto à agenda do governo

11/3/2020 18:04

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Fernanda Melchionna: Maurício Marcon foi racista e xenofóbico em comentário sobre nordestinos. Foto: Agência Câmara [fotografo]

Fernanda Melchionna: Maurício Marcon foi racista e xenofóbico em comentário sobre nordestinos. Foto: Agência Câmara [fotografo]
Partidos da oposição (PT, PSB, PDT, PSOL, PCdoB e Rede) apresentaram nesta quarta-feira (10) uma agenda de projetos para debate prioritário na Câmara dos Deputados, como contraponto à lista apresentada ontem (10) ao Congresso Nacional pelo ministro Paulo Guedes. As propostas serão entregues ao presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ). > Paulo Guedes envia lista de prioridades para o Congresso O grupo critica o corte de investimentos públicos e diz que o país está sem liderança. "A política de cortar brutalmente os investimentos públicos, aplicada de maneira cega nos anos recentes e aprofundada pelo atual governo, teve efeitos perversos para a saúde da população, a educação, a proteção ao meio ambiente e as políticas de proteção social e transferência de renda", diz o texto assinado pelas lideranças partidárias. "Ministro Paulo Guedes apresenta uma pauta que é um veneno ao povo brasileiro, que defende as privatizações, que defende a reforma administrativa que retira mais direitos ainda dos servidores e que na reforma tributária - que sequer chegou a proposta do governo ao Congresso- não tem estimativa de fazer uma mudança profunda na tributação", disse a líder do PSOL, deputada Fernanda Melchionna (RS). Entre os projetos defendidos, estão a MP que institui o 13º salário para o Bolsa Família e o BPC, a nova política de revalorização continuada do salário mínimo, a reabertura de linhas de crédito e aumento emergencial dos recursos do SUS. A agenda também defende uma reforma tributária "justa, solidária, progressiva e sustentável", incluindo taxação de grandes fortunas, e a suspensão das PECs emergencial, dos fundos públicos e do pacto federativo. "Nós temos responsabilidade com o país, temos responsabilidade com o enfrentamento à crise", disse o líder da Minoria, deputado José Guimarães (PT-CE). O líder ressaltou que as privatizações que o governo busca devem ser submetidas à autorização legislativa.
Agenda de projetos da oposição:
1) Revisão das severas restrições aos gastos públicos, impostas pela regra do teto de gastos (EC 95). Esta ação precisa ser feita com a máxima urgência; 2) Suspensão do trâmite das PECs 186 (Emergencial), PEC 187 (Fundos Públicos) e 188 (Pacto Federativo); 3) Reforma Tributária justa, solidária, progressiva e sustentável, desonerando o consumo das famílias e incluindo taxação de grandes fortunas (PLP 277/2008 e apensados tais como PLP 26/2011, PLP 239/2019); 4) Proteger os mais pobres e mais vulneráveis à crise, resolvendo imediatamente as filas do INSS (liberando aposentadorias e benefícios) e as inscrições no Bolsa Família (oferecendo recursos para mais de 3,5 milhões de famílias em sérias dificuldades financeira, principalmente no Nordeste). Sobre este aspecto, votação imediata da MP 898 que institui o 13º salário para o Bolsa Família e o BPC, bem como do PL 6219/2019, apensado ao PL 6072/2019; 5) Investimento em obras com grande efeito multiplicador sobre a economia e de geração de empregos, com capitalização e suporte dos bancos públicos, especialmente o BNDES, via Fundo de Debêntures; 6) Aprovação de nova política de revalorização continuada do salário mínimo com abono emergencial, conforme PL 370/2019; 7) Retomada de investimentos através da Petrobrás e de outras empresas públicas, com elevado potencial de reversão da atividade econômica e geração de emprego. Suspensão da tramitação do PL 5877/2019 de privatização da ELETROBRAS; 8) Submeter privatizações à autorização legislativa, com votação, em caráter emergencial, da PEC 150/2019 que estabelece a obrigatoriedade de lei específica para empresa estatal criar subsidiária e participar de empresa privada; 9) Abertura imediata de processo de renegociação das dívidas das famílias de baixa renda, com redução de juros, extensão de prazos e liberação do nome nos serviços de cadastros (SPC e similares). Votação do PLP 231/2019 que abre créditos para refinanciamento de dívidas de pessoas físicas; 10) Reabertura de linhas de crédito para pessoas físicas (consignado, CDC) e jurídicas (capital de giro, FINAME etc.) nos bancos públicos capitalizados, especialmente BNDES; 11) Contratação emergencial de trabalhadoras e trabalhadores para execução de serviços de manutenção, conservação e preservação de prédios, vias, praças, parque e outros equipamentos públicos; 12) Aumento emergencial dos recursos do SUS para enfrentar a pandemia do coronavírus. > Comissão aprova e projetos que dão R$15 bi ao Congresso vão ao plenário
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