Entrar
Cadastro
Entrar
Publicidade
Publicidade
Receba notícias do Congresso em Foco:
Autoria e responsabilidade de Dr. Rosinha
6/4/2017 | Atualizado às 8:24
[fotografo]Pedro França/Agência Senado[/fotografo][/caption]Há que se registrar que, na tentativa de golpe contra Maduro, alguns probos senadores brasileiros foram até a Venezuela levar solidariedade à oposição golpista daquele país. Como ficaram retidos em um engarrafamento e por um protesto popular, voltaram culpando a Dilma.
Entre os probos senadores estava Aécio Neves – que, um dia depois de voltar da Venezuela, declarou: “Nós vamos exigir é uma posição dura do governo brasileiro. Se não [ocorrer], nós vamos, do ponto de vista político, dentro do Congresso, fazer as retaliações necessárias em defesa da democracia”. É a hipocrisia e o discurso hipócrita, pois aqui no Brasil Aécio atuava e atua contra a democracia.
No Brasil, Aécio do PSDB, junto com os demais partidos (PMDB, PP, PTB, PSB, PSC, PRB, PPS, PSD, PR, DEM, Solidariedade, PROS, PV e outros penduricalhos) de direta trabalharam a favor e aplicaram o golpe. Hoje, graças a eles, o Brasil vive sua pior crise econômica, agravada pela crise política, social e institucional. Tão grave crise que já gerou 13,5 milhões de desempregados e enorme incerteza sobre o nosso futuro.
O roteiro executado na Venezuela, repetido no Brasil, onde deu certo, é agora ensaiado para ser aplicado no Equador. O script é o mesmo: o perdedor, banqueiro Guillermo Lasso, não reconhece a própria derrota, alega fraude e começa um processo de construção de uma crise. Se tudo andar como planejado, chegam ao golpe de Estado.
Há também outro script – que, como laboratório, foi aplicado em Honduras e no Paraguai. O roteiro envolve o perdedor, a mídia, o poder econômico, o parlamento, o judiciário e o silencio das principais potências do mundo, com posterior reconhecimento do governo golpista. Nesses três países deu certo.
No Equador, o senhor Lasso já deu os primeiros passos na construção do golpe, construção que terá o apoio dos golpistas brasileiros, ao afirmar: “Senhor Correa, não brinque com fogo. Não tente os cidadãos equatorianos. Aqui é gente que não tem medo. Vamos enfrentá-lo e seguir enfrentando”.
Chamou também seus eleitores – como fez Capriles na Venezuela e Aécio no Brasil – para irem às ruas.
O derrotado Lasso disse que já informou “as pretensões de fraude” ao secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro. Hoje, Almagro é um homem a serviço dos EUA, como todos os golpistas da Venezuela e do Brasil.
Mais sobre crise políticaTags
Temas