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No erro do Oscar, a perdedora é a reputação da PwC

Patrícia Marins Miriam Moura

Patrícia Marins Miriam Moura

3/3/2017 | Atualizado às 18:56

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No erro do Oscar, a perdedora é a reputação da PwC

O erro no anúncio do filme vencedor do Oscar de 2017 vai ter um custo muito alto para a empresa PricewaterhouseCoopers, a PwC. Ainda não se pode mensurar os danos à reputação da consultoria, mas estimativas feitas por analistas avaliam que serão enormes. No mundo midiático de hoje, mundialmente conectado na chamada “sociedade do espetáculo”, a expressão “the Oscar goes to” virou uma espécie de bordão global, indicando vitória, sucesso e glória, símbolo de glamour. Por isso, o impacto do erro na cerimônia de entrega dos prêmios no domingo foi ainda maior. “Como pode ocorrer algo assim?”, perguntavam-se os milhares de espectadores. As explicações foram insuficientes para justificar o maior incidente na história do Oscar. A empresa é responsável por contabilizar os milhares de votos sobre os indicados e os auditores têm apenas um dever: entregar os envelopes para os apresentadores, sempre artistas famosos e icônicos, como Warren Beatty e Faye Dunaway. Pois o auditor Brian Cullinan, sócio da PwC, entregou o envelope errado. Era para ser o envelope de melhor filme, e não o de melhor atriz protagonista. O prêmio de melhor filme é a atração principal do Oscar, o mais importante troféu. Confusos na hora de abrir o envelope, os dois apresentadores se olham, ficam em dúvida, e anunciam o filme La La Land como o vencedor. Na plateia, houve a habitual comemoração dos vitoriosos, que sobem ao palco ambicionado para erguer o prêmio. Nos bastidores, a equipe técnica percebe o erro, e entrega o envelope correto a Warren Beatty, no momento em que um dos produtores de La La Land estava agradecendo a premiação. Ele se dá conta e diz: “Perdemos”. Um outro colega da produção pega o microfone e afirma, sério: “Sinto muito, rapazes, parem. Há um erro. Monlight, vocês ganharam o prêmio de melhor filme. Não é uma brincadeira”. O produtor pega o envelope correto das mãos de Warren Beatty e mostra para a câmera o texto com o nome de Moonlight. O erro que ficará marcado como uma gafe histórica na Academia de Hollywood ocorreu porque o auditor estaria tuitando uma foto que havia tirado  com a atriz Emma Stone no backstage. A PwC demitiu os funcionários responsáveis, mas agora terá que administrar o prejuízo à imagem da marca, conhecida pelo fornecimento de contabilidade e consultoria fiscal para grandes corporações mundiais. Sua atuação no ramo do entretenimento é pequena e não se conhece os detalhes de seu contrato com a Academia. A questão aqui é que para uma organização que preza pela precisão, ver sua reputação posta em xeque em rede mundial, num evento midiático como o Oscar, pode ter resultados irreparáveis. Foi um descuido funcional imperdoável para quem oferece serviços de excelência de gestão como a consultoria. O caso é exemplar e sempre abordado no capítulo sobre a importância da imagem em Media Training: como um erro pode destruir em minutos um trabalho de anos de construção de boa reputação.  

New York Times lança campanha em prol da verdade

A mídia norte-americana reage à guerra aberta deflagrada contra ela pelo presidente Donald Trump. O jornal The New York Times lançou uma campanha reforçando a produção de um jornalismo com qualidade. O mote da campanha é “A verdade é difícil. Difícil de encontrar. Difícil de saber. A verdade é mais importante agora do que nunca”. Na semana passada, o jornal The Washington Post alterou sua assinatura para “Democracy dies in darkness” (a democracia morre na escuridão). São reações da grande mídia aos ataques sofridos pelo novo presidente americano, que a acusa a imprensa de publicar mentiras e chegou a proibir a presença de jornalistas de veículos de comunicação na Casa Branca. Além dos escândalos e ações polêmcas do governo Trump, que desencadeiam a crise com a imprensa, o embate ocorre na esteira das discussões sobre a proliferação de notícias falsas nas redes sociais, debate que ainda vai render muitas análises e estudos.  

Comparada a Moro, juíza de Mato Grosso é aplaudida nas ruas

Após os episódios da Operação Lava Jato, juízes estão se tornando quase celebridades nas ruas. Foi o que aconteceu com a magistrada Selma Arruda, chamada de a "Moro do Mato Grosso". A juíza teve que pular no Carnaval com escolta particular em razão de sua fama pela cidade. Selma é apoiada pela grande maioria da população mato-grossense e aplaudida nas ruas como uma verdadeira celebridade. Ela decretou a prisão do ex-governador Silval Barbosa (2010-2014), do PMDB, e de outros poderosos de Mato Grosso, investigados pela Operação Sodoma. Assim como Sergio Moro, a juíza ficou conhecida por ser rígida e não hesitar em manter prisões preventivas. A questão dos juízes que viram celebridades é alvo de muitas análises, pois o excesso de exposição e presença nos holofotes de integrantes do Judiciário é visto com ressalvas por parte considerável da opinião pública.  

Vem aí o YouTubeTV, a televisão online por assinatura mensal

O YouTube inovou e dentro de poucos meses será o grande concorrente das plataformas de TV a cabo. O maior fornecedor de conteúdo de vídeo do mundo lançará um serviço chamado de YouTubeTV que permitirá assistir uma variedade de canais de emissoras americanas (ABC, CBS, FOX e NBC), incluindo canais de notícias locais, infantis (Disney) e programação esportiva da ESPN por apenas 35 dólares por mês. O aplicativo terá a função de gravador e terá espaço de gravação ilimitada de programas na nuvem. Além disso a assinatura mensal do serviço poderá cobrir até seis contas de usuários diferentes. Mais uma vez, as mídias sociais se diversificam e se destacam para se adequarem à sociedade digital.      

 

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