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O descontrole emocional dos procuradores da Lava Jato

Patrícia Marins Miriam Moura

Patrícia Marins Miriam Moura

2/12/2016 | Atualizado 8/12/2016 às 18:14

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A semana é um thriller de Tarantino?

A semana que não quer acabar trouxe de tudo no campo da análise de comunicação. Desde manifestações e depredações na Esplanada, ao enfrentamento duro entre líderes do Congresso, do Judiciário e do Ministério Público Federal.

A ameaça dos procuradores integrantes da força-tarefa da Lava Jato de renúncia coletiva caso avancem as alterações feitas na Câmara ao pacote de medidas anticorrupção foi classificada de “histriônica” e acusada de “flertar com a chantagem”, em editorial desta quinta-feira no Estadão. A crítica aos agentes públicos está estampada no título: “Temperança, uma virtude que se esvai”. No mesmo dia, o editorial do Globo lembrou que o “momento é de conversa e de entendimento”.

Em entrevista à Folha, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, demonstrou certa contrariedade com o discurso dos procuradores da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba de ameaçar renunciar à investigação se o pacote de medidas anticorrupção votado na Câmara for sancionado.

Segundo o chefe do Ministério Público Federal, a declaração dos procuradores pode ter sido uma "reação de cabeça quente". "A resposta tem que ser institucional e profissional", afirmou.

A ameaça dos integrantes da força-tarefa foi feita justamente na semana que a operação atinge seu maior feito: a assinatura do acordo de delação premiada com a Odebrecht, a maior empreiteira do país, e que poderá envolver mais de uma centena de políticos. A empresa se comprometeu a pagar uma multa de US$ 2,5 bilhões (R$ 6,8 bilhões).

Porta-vozes institucionais, especialmente os que são agentes públicos, devem evitar descontrole emocional. Qualquer fala pública será sempre em nome da instituição que representam e qualquer tropeço de comunicação tem impacto na imagem e na reputação institucional.

 

A coletiva que só serviu para agravar a crise política

O domingo começou atípico, com a convocação da entrevista coletiva dos presidentes Michel Temer, Renan Calheiros (Senado) e Rodrigo Maia (Câmara) no Palácio do Planalto para o governo anunciar ser contra a anistia a caixa dois. Mas o que se viu na entrevista coletiva transmitida ao vivo foram cenas constrangedoras.

Com a contabilidade de queda de seis ministros envolvidos em escândalos e denúncias diversas, Temer precisou se equilibrar nas respostas. Sobre a Lava Jato, admitiu que preocupa o Planalto. “Não há dúvida que há (preocupação). Não podemos ser ingênuos”, resumiu.

Os questionamentos foram se sucedendo, um a um. A demora na saída de Geddel Vieira Lima. Pedidos de explicação de qual a razão para um presidente da República intervir numa questão privada como a do apartamento do ex-ministro embargado pelo Iphan em Salvador. Uma jornalista lembrou o presidente constitucionalista Michel Temer que juristas apontavam inconsistência na versão de que existe conflito entre órgãos que precisasse de arbitragem da AGU: o Iphan é um órgão só e a posição do Iphan nacional tem hierarquia sobre a unidade regional.

O presidente demonstrou muita fragilidade na coletiva à imprensa. Desde falta de empatia, olhar pouco firme e principalmente problemas de inconsistência de discurso. Uma narrativa que não apenas não demonstrou "veracidade", como serviu para aumentar a crise política.

Os erros de comunicação continuaram. Um dia após a entrevista, Temer diz a uma plateia de empresários: “Como não temos instituições sólidas, qualquer fatozinho abala as instituições”.

Depois das mesóclises, os diminutivos de alta tensão da gramática palaciana só serviram para agravar a crise política e instabilidade institucional. E para que surgissem na mídia especulações sobre a tempestade perfeita que começa a se formar nos arredores do Palácio do Planalto, com a combinação dos abalos sísmicos com os constantes tremores do mundo político e econômico nacional.

 

Dor da tragédia que viralizou o mundo

As demonstrações de solidariedade às vítimas da tragédia da Chapecoense emocionaram o mundo. A campanha #SomostodosChape viralizou nas redes e simbolizou a união em torno da dor pela perda de 71 vítimas, jogadores, membros da seleção técnica e jornalistas mortos na queda do avião que levava o time catarinense para Colômbia. O que se viu na homenagem feita no estádio Atanasio Girardot, em Medellín, foi a síntese. “Aqueles que amamos nunca morrem. Apenas partem antes de nós”, encerrou o locutor oficial da cerimônia, que reuniu 45 mil pessoas dentro do estádio e outros milhares do lado de fora. Grandes marcas internacionais e clubes de futebol deixaram de lado pudores de "branding" e mudaram suas cores e brasões como forma de prestar solidariedade e espalhar o sentimento de "vazio" que abateu o Brasil. Jornais do mundo inteiro também demostraram nas suas capas seu apoio as famílias das vítimas e ao país que ficou desolado com a tragédia que o separou de seu novo time em ascensão. Mas a tragédia poderia ter sido evitada, como ensina o especialista em Gestão de Crise João José Forni. Ele diz que o Brasil tem uma nova Santa Maria (RS) e que o acidente “é a triste crônica da crise anunciada. Repete a sucessão de erros que estão por trás do incêndio da boate Kiss, que matou 242 jovens em janeiro de 2013: irresponsabilidade, desonestidade, ganância, falta de básicos princípios de gestão de riscos e de fiscalização".  

Chega ao Brasil a nova rede social MeWe que garante mais segurança para seus usuários

A rede social MeWe chega ao Brasil com a promessa de mais privacidade para seu público. O assunto polêmico já deixou o Facebook e seus aplicativos (WhatsApp e Instagram) em algumas saias justas e abriu um novo mercado para os apps que oferecem mais segurança para seus usuários.

Criado há apenas 5 meses, o MeWe já obteve 1,5 milhão de downloads nos Estados Unidos. A rede social possui abas com conversas privadas, feeds de postagens para amigos e áreas de notificações. A grande diferença é que o app não armazena cookies (arquivos que armazenam dados de quem navega na internet) e por essa razão o MeWe garante que apenas os destinatários das conversas veem o que o usuário publica. Além disso, o MeWe promete que nenhum dado pessoal de usuários será transformado em conteúdo publicitário. O aplicativo conta com a versão paga e gratuita.

 

Perdido e esfomeado: veja o que o brasileiro mais pergunta ao Google

Já é de praxe, quando temos alguma dúvida vamos logo perguntar ao Google. Mas quais serão as perguntas que o buscador mais responde para os brasileiros?

De acordo com o levantamento da empresa de marketing digital SEMRush, a primeira expressão no ranking é “Como chegar?”. A pergunta foi respondida mais de 823 mil vezes nos primeiros 6 meses deste ano.

Além de "perdido", o brasileiro também se mostrou bastante "esfomeado". Ainda de acordo com a empresa a busca por modos de preparo de alimentos ficou em segundo lugar da lista. As mais comuns são "Como fazer tapioca?" e "Como cozinhar batata doce?" .

O levantamento também apontou a preocupação dos brasileiros em encontrar respostas para dúvidas religiosas, gramaticais, sobre como utilizar o WhatsApp no computador, e o significado de expressões famosas nas redes sociais como “keep calm”.

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