Entrar

    Cadastro

    Notícias

    Colunas

    Artigos

    Informativo

    Estados

    Apoiadores

    Radar

    Quem Somos

    Fale Conosco

Entrar

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigos
  1. Home >
  2. Colunas >
  3. Comprometendo o futuro: o caso da Petrobras | Congresso em Foco

Publicidade

Publicidade

Receba notícias do Congresso em Foco:

E-mail Whatsapp Telegram Google News
LEIA TAMBÉM

Marcus Pestana

Regras fiscais e sustentabilidade econômica

Marcus Pestana

O desafio maior: a guerra que não pode ser perdida

Marcus Pestana

A democracia ameaçada

Marcus Pestana

Perde o Brasil sem Rodrigo Pacheco no STF

Marcus Pestana

A economia e a medicina

Comprometendo o futuro: o caso da Petrobras

Marcus Pestana

Marcus Pestana

26/3/2013 | Atualizado 10/10/2021 às 16:28

A-A+
COMPARTILHE ESTA COLUNA
Às vezes, as aparências enganam. O que vemos a olho nu não revela toda a realidade. Dados presentes obscurecem as tendências de médio e longo prazo. A retórica ufanista esconde a necessária mudança de rumos. Após quase 20 anos de avanços importantes, graves interrogações se apresentam. Surfamos nas sólidas bases da estabilização e na fantástica expansão da economia capitalista mundial no início do século XXI. É verdade que a renda, o consumo, o crédito e o emprego ainda em expansão garantem a percepção de bem-estar. Mas há sinais preocupantes no ar. Inflação em alta, carga tributária recorde apesar das constantes desonerações, mudança da percepção internacional sobre o Brasil, graves gargalos na infraestrutura, forte desindustrialização, queda de produtividade da economia, capacidade inovadora insuficiente, má gestão em setores estratégicos. A eficiência e a qualidade na ação governamental têm um duplo papel. Melhorar os resultados na órbita pública e criar um clima de confiança e empreendedorismo na sociedade e no empresariado. O governo Dilma e o PT têm estado na contramão. Não há país no mundo que possa ter uma gestão eficiente com 39 ministérios. A desmoralização das agências regulatórias tem afastado investidores. O aparelhamento, a partidarização, o clientelismo, a corrupção, o patrimonialismo, o baixo compromisso com a meritocracia têm corroído a eficiência das ações estatais. O PSDB realizou importante evento no Congresso Nacional, jogando luzes sobre o exemplo maior de comprometimento do futuro a partir da baixa qualidade da gestão: a Petrobras, a ANP e o setor petróleo. O governo do PT conseguiu produzir a pior gestão de toda a história da empresa. Depois de soltarmos fogos para uma suposta autossuficiência, em 2012 o Brasil importou U$ 7,2 bilhões em derivados de petróleo. Nos últimos dois anos, o valor da Petrobras caiu 47,7% (menos R$ 179,3 bilhões), saindo da segunda posição no mundo para o oitavo lugar, atrás até da colombiana Ecopetrol. Os trabalhadores brasileiros que confiaram na empresa e aplicaram seu FGTS na Petrobras perderam parte significativa de sua poupança. O investidor a olha hoje com desconfiança. A mudança do regime de exploração para o pré-sal só produziu a paralisação dos leilões e a confusa briga pela distribuição dos royalties. A produção de petróleo, que cresceu 10% ao ano no governo FHC, viu esse índice despencar para 2,4% na era petista. O endividamento da empresa explodiu, a empresa inchou, os custos ficaram fora de controle. Transações tenebrosas tiveram lugar como a estranha compra da refinaria de Pasadena, no Texas, provocando enorme prejuízo. Em favor do Brasil, em favor da Petrobras, é preciso mudar radicalmente o rumo. E Graça Foster sabe disso. Tudo sobre royalties Outros artigos de Marcus Pestana Outros textos de colunistas do Congresso em Foco Curta o Congresso em Foco no Facebook Siga o Congresso em Foco no Twitter
Siga-nos noGoogle News
Compartilhar

Tags

petrobras PT Dilma royalties PSDB FHC fgts graça foster refinaria de Pasadena

Temas

Infraestrutura Colunistas
COLUNAS MAIS LIDAS
Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosFale Conosco

CONGRESSO EM FOCO NAS REDES