Entrar

    Cadastro

    Notícias

    Colunas

    Artigos

    Informativo

    Estados

    Apoiadores

    Radar

    Quem Somos

    Fale Conosco

Entrar

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigos
  1. Home >
  2. Notícias >
  3. Mudanças ameaçadas

Publicidade

Publicidade

Receba notícias do Congresso em Foco:

E-mail Whatsapp Telegram Google News

Mudanças ameaçadas

Congresso em Foco

22/9/2005 | Atualizado às 18:00

A-A+
COMPARTILHE ESTA NOTÍCIA

Na semana em que escolherá o seu novo presidente, a Câmara terá de correr contra o tempo e as divergências partidárias para aprovar parte dos projetos das reformas política e eleitoral a tempo de as novas regras valerem nas eleições do ano que vem. O prazo final para que as mudanças sejam válidas já em 2006 vence na sexta-feira (30).

Os deputados vão fazer um esforço concentrado a partir da próxima segunda para tentar votar as cinco medidas provisórias que obstruem a pauta. O governo se comprometeu a retirar a urgência constitucional de outros três projetos de lei que trancam as votações.

A tarefa será das mais complexas. Enfrentará a resistência entre as diversas correntes partidárias e um clima de guerra pela eleição do novo presidente da Casa, marcada para quarta-feira. Com tantos obstáculos pela frente, é cada vez menor a chance de aprovação dos projetos da reforma política considerados mais ousados, como o que institui o financiamento público de campanha, o voto em listas partidárias e o fim das coligações partidárias para as disputas proporcionais.

Os líderes partidários costuram um acordo para votar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 548/02, que acaba com a verticalização (a obrigatoriedade de repetição, nas campanhas locais, das alianças nacionais entre os partidos), já na terça-feira. Os deputados estão dispostos a abrir mão do intervalo exigido pelo regimento entre a votação em primeiro e segundo turno do texto. Em seguida, o Plenário pode votar outra mudança constitucional prorrogando até 31 de dezembro o prazo para mudanças nas regras das eleições de 2006.

A aprovação dessa PEC, de autoria do deputado Ney Lopes (PFL-RN), tornou-se ainda mais urgente nessa quinta-feira (22) com a decisão da Comissão de Constituição e Justiça de adiar para a próxima terça a análise do projeto de lei que estabelece regras mais rígidas para reduzir os custos de campanhas e coibir o uso de caixa dois.

A estratégia para votação dessa e de outras quatro propostas da reforma política e eleitoral será definida na terça-feira, em reunião convocada pelo presidente do Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL), com os líderes partidários da Câmara e do Senado. O encontro também é visto como uma forma de pressão dos senadores sobre os deputados que resistem em analisar os projetos que tratam do assunto em tramitação na Casa.

Entre outras mudanças, o Projeto de Lei 5855/05, do senador Jorge Bornhausen (PFL-SC), prevê a redução do tempo da campanha eleitoral, dos gastos com programa de rádio e TV e o fim dos showmícios. A votação dessa proposta, porém, perdeu celeridade com a decisão anunciada ontem pela CCJ que determinou o encaminhamento do texto ao Plenário caso seja aprovado pela comissão. Os senadores queriam que a proposta fosse examinada apenas pelo colegiado.

Siga-nos noGoogle News
Compartilhar

Temas

Reportagem

LEIA MAIS

Provas ainda não satisfazem

Insatisfeitos superam os contentes

Base desaliada favorece Nonô

NOTÍCIAS MAIS LIDAS
Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosFale Conosco

CONGRESSO EM FOCO NAS REDES