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Congresso em Foco
29/8/2007 12:22
“Os processos foram todos parte de uma trama política e têm cerca de 20 anos. Em 1987, após a redemocratização do país, quando assumi a prefeitura de Aracaju, era líder da oposição no estado, eleito com 71% dos votos. O TCE de Sergipe, que, aliás, teve um conselheiro seu preso pela Polícia Federal na Operação Navalha, procura qualquer motivo para me denegrir. Fui preso três vezes por fazer oposição à ditadura, mas nunca fui envolvido com mensalão e nenhum desses processos.
Esses processos já chegaram a mais de cem, eu não quero esconder nada, e em todos fui absolvido, restando agora apenas nove. Essa era uma forma de criar inelegibilidade para meu projeto futuro e, em todas as eleições, tive que responder e comprovar junto ao Tribunal Regional Eleitoral a minha inocência.
Na ultima eleição fui o mais votado da oposição, com 100 mil votos. Dessa vez impugnaram minha candidatura porque teria uma professora que recebia regência de classe (gratificação para professor que está em sala de aula), sem estar atuando em classe.
Contudo, esses e todos os outros processos são de ordem política. Desde a ditadura Sergipe vem sendo governado pelo mesmo grupo político, o qual não aceita oposição. O TCE é um órgão administrado por políticos e considero que a atuação do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe é duvidosa.
A Justiça recebeu denuncias ineptas. Os pareceres do Tribunal mostravam que a questão da motivação política movia os processos.
Fui um combatente da ditadura e agora pela primeira vez as elites estão fora do poder.”
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