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PT lança livro que compara teste

Congresso em Foco

13/7/2006 | Atualizado às 15:30

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A Liderança do PT na Câmara dos Deputados lançou hoje o livro Governo Lula: a construção de um Brasil melhor - a verdade dos números. Preparada pela assessoria técnica da bancada do partido na Câmara, a publicação faz uma comparação entre os resultados das ações governamentais durante o mandato de Lula e ao longo dos oito anos em que Fernando Henrique presidiu o país.

Em discurso feito hoje no plenário da Câmara, o líder do PT na Casa, deputado Henrique Fontana afirmou: "Procuramos de forma didática comparar cada uma das áreas de ações governamentais e encontramos em cada uma delas resultados positivos, que mostram, numa frase-síntese, que o Brasil de hoje, o Brasil de julho de 2006, é bem melhor que o de 1º de janeiro de 2003, quando o governo Lula iniciou-se".

Também é ele quem assina a abertura do livro. No texto, Fontana diz: "Além de mostrarem os avanços obtidos pelo Brasil, nestes quatro anos de gestão Lula, os dados revelam que um governo, quando comprometido com o interesse nacional e popular, pode fazer avançar, e muito, as condições sociais e econômicas de um país". De acordo com o líder petista, todas as informações têm como fonte "dados oficiais".

Mesmo assim, a publicação, que tem 114 páginas, parece ter sido concebida como instrumento de propaganda. Henrique Fontana informou que serão impressas 20 mil cópias, cada uma delas ao custo de R$ 2, custeadas pelos deputados federais petistas. E acrescentou que os parlamentares do partido estão sendo estimulados a adquirir cotas com exemplares do livro, de modo que ele possa ser lançado em todos os estados brasileiros.

Dados comparativos

Em todas as áreas analisadas, a publicação ressalta a superioridade dos resultados obtidos pelo atual governo, em relação à administração anterior. Em nenhum momento, porém, é lembrado que Fernando Henrique governou em uma conjuntura econômica internacional bem mais desfavorável do que a encontrada por Lula a partir de 2003.

Seguem alguns dados que aparecem na publicação:

INFLAÇÃO - A taxa anual média (medida pelo IPCA) foi de 9,1% durante os dois governos FHC. De 2003 a 2005, ficou em 6,8%. Quando Lula assumiu, algumas projeções indicavam que a inflação poderia chegar em 2003 a 42,9%. Prevê-se agora que a inflação de 2006 será de 4,5% ao ano.

SALDO COMERCIAL - Ao analisar as exportações e importações, o livro ressalta que o Brasil teve entre 1995 e 2002 um déficit comercial de US$ 8,7 bilhões. Entre 2003 e 2005, houve um superávit acumulado de US$ 103,3 bilhões.

RISCO-PAÍS - Em outubro de 2002, o risco-país (calculado com base na aceitação dos títulos do governo brasileiro no exterior) estava em 2.035 pontos. Em maio deste ano, estava em 216 pontos.

DÍVIDA - No início do primeiro governo FHC, em janeiro de 1995, a dívida pública correspondia a 30,6% do Produto Interno Bruto (PIB, que mede a soma das riquezas produzidas no país). Em dezembro de 2002, quando terminou o governo anterior, ela havia chegado a 55,5% do PIB. Mantido o mesmo ritmo de crescimento, ela chegaria em dezembro de 2005 a 87,5%. Nessa data, havia caído para 51,6%.

EMPREGO - Nos três primeiros anos do governo Lula, foram gerados 1.140.897 postos de trabalho com carteira assinada. Em oito anos de governo FHC, foram criados 796.967 empregos formais.

DESIGUALDADES - O livro destaca os investimentos feitos no atual governo para reduzir os desequilíbrios sociais e regionais. Aponta a região Nordeste como a mais beneficiada por recursos federais, descreve os principais programas desenvolvidos em favor da população pobre e diz que o Brasil alcançou em 2004 o mais baixo índice de desigualdade de renda desde 1976.

AGRICULTURA - A produção de grãos saltou de 73,5 milhões de toneladas (safra 1995/96) para 124,4 milhões (2005/06). Durante os oito anos de governo FHC, a agricultura familiar foi beneficiada por 909.072 financiamentos. Menos do que o total de empréstimos liberados de 2003 a 2005 (1.426.507).

REFORMA AGRÁRIA - A média anual de famílias assentadas passou de 74.017 (FHC) para 81.687 (Lula).

INVESTIMENTOS SOCIAIS - O livro destaca ainda o aumento dos investimentos na área social. Os gastos federais com assistência social, cultura e ciência e tecnologia dobraram. Na área de saúde, os recursos repassados aos estados e municípios passaram de R$ 15,8 bilhões anuais para R$ 21,1 bilhões. Na educação, a publicação ressalta as ações voltadas para o ensino superior, como o lançamento do ProUni (que concede bolsas de estudos para universitários carentes) e a criação de quatro novas universidades federais e o início do processo de criação de outras seis. Segundo o livro, 9,2 milhões de famílias são contempladas hoje pelo Bolsa Família, cuja meta é beneficiar 11,1 milhões de famílias ainda neste ano.

ENERGIA - A publicação também compara o apagão da era FHC, que levou o país ao racionamento de energia elétrica entre 2000 e 2001, com os investimentos feitos nessa área desde 2003. De acordo com o livro, eles garantem as necessidades de consumo até 2015, considerando um crescimento médio anual da economia brasileira de 5%.

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