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Arrecadação Recorde

Arrecadação federal atinge recorde de R$ 2,89 trilhões em 2025

Desempenho reflete atividade econômica e mudanças na tributação.

Congresso em Foco

25/1/2026 19:00

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A União Federal alcançou um marco histórico em 2025, com a arrecadação de impostos e outras receitas atingindo R$ 2,89 bilhões. Os dados, divulgados pela Receita Federal, revelam um desempenho notável em comparação com o ano de 2024, com um aumento real de 3,75%, já considerando a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

O mês de dezembro de 2025 também se destacou, registrando a maior arrecadação para o período, com um montante de R$ 292,7 bilhões, representando um acréscimo de 7,46% em relação ao ano anterior, corrigido pelo IPCA. A Receita Federal atribui esse desempenho positivo a fatores como o bom desempenho da economia e o aumento de impostos.

Mês de dezembro de 2025 registrou a maior arrecadação para o período, com um montante de R$ 292,72 bilhões.

Mês de dezembro de 2025 registrou a maior arrecadação para o período, com um montante de R$ 292,72 bilhões.Antonio Molina/Folhapress

De acordo com o secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, "são números bonitos, um crescimento importante, considerando o patamar alto do ano anterior".

Os valores arrecadados englobam tributos federais como Imposto de Renda (IR) de pessoas físicas e empresas, receita previdenciária, Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e Programa de Integração Social/Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (PIS/Cofins), entre outros.

As receitas administradas pelo órgão alcançaram R$ 2,7 trilhões em 2025, representando um aumento real de 4,27%. No último mês do ano, a arrecadação da Receita Federal atingiu R$ 285,2 bilhões, com alta real de 7,67%. A base de comparação, no entanto, foi influenciada por eventos não recorrentes e alterações na legislação ocorridas em 2024.

Em 2024, houve recolhimento extra de R$ 13 bilhões do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) referente à tributação de fundos exclusivos, o que não se repetiu em 2025. Adicionalmente, houve uma arrecadação atípica do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL), que incidem sobre o lucro das empresas. Em 2024, o recolhimento extra foi de R$ 4 bilhões, enquanto no ano passado chegou a R$ 3 bilhões.

A Receita Federal informou que "sem considerar os pagamentos atípicos, haveria um crescimento real de 4,82% na arrecadação do período de janeiro a dezembro de 2025".

Os resultados foram influenciados positivamente pelas variáveis macroeconômicas, com destaque para o crescimento de 2,72% do setor de serviços entre dezembro de 2024 e novembro de 2025.

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O aumento do IOF também teve um impacto significativo, somando R$ 86,48 bilhões de janeiro a dezembro de 2025, um aumento de 20,54% em relação ao ano anterior.

"Esse desempenho pode ser pelas operações relativas à saída de moeda estrangeira, a crédito destinado a pessoas jurídicas e referentes a títulos ou valores mobiliários, sobretudo em decorrência de alterações legislativas."

A arrecadação previdenciária também apresentou um aumento de 3,27%, atingindo R$ 737,5 bilhões, impulsionada pelo aumento da massa salarial.

A alta da arrecadação do PIS/Cofins, em função do desempenho das entidades financeiras e da taxação de serviços de apostas online (bets) em 2025, também merece destaque. A receita com as casas de apostas virtuais subiu mais de 10.000%, passando de R$ 91 milhões para quase R$ 10 bilhões no acumulado do ano.

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Apesar do recorde, a Receita Federal observa uma desaceleração que reflete o desempenho do setor industrial e das vendas de bens. A arrecadação com o IRPJ/CSLL e o IPI, por exemplo, tiveram alta de apenas 1,27%, refletindo a estabilidade da atividade industrial.

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