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Congresso em Foco
28/1/2026 | Atualizado às 21:02
A ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais do Planalto, Gleisi Hoffmann, revelou a jornalistas nesta quarta-feira (28) que o presidente Lula já estava a par da prestação de serviços de consultoria do ex-ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, ao Banco Master na época de sua nomeação à pasta, em fevereiro de 2024.
O escritório de advocacia de Lewandowski recebeu R$ 5 milhões do Master em consultoria jurídica. Segundo a ministra, o serviço foi interrompido quando o ex-ministro do STF entrou para o governo Lula.
"O presidente Lula convidou o ministro Lewandowski, ele sabia que o ministro tinha contratos privados e o ministro falou que ia cumprir a lei e desvencilhar-se de todos os contratos, o que fez. Não há problema, irregularidade nenhuma, crime nenhum, ele ter contrato de consultoria. E o ministro prestou um relevante serviço para o país", disse Gleisi Hoffmann.
Confira a fala da ministra:
Ricardo Lewandowski enfrenta críticas constantes de parlamentares da oposição desde o início do ano graças ao período em que atuou em parceria com o Master, após sua aposentadoria no STF em 2023. No último dia 8, pediu exoneração do Ministério da Justiça, por motivos de "caráter pessoal e familiar". Em seu lugar, assumiu Wellington César Lima e Silva.
Gleisi Hoffmann ressaltou que, mesmo tendo prestado serviço ao Master, Lewandowski não deixou de dar plena liberdade para que a fraude financeira do banco fosse investigada.
"Toda essa apuração feita em relação ao Banco Master foi feita sob a gestão do ministro Lewandowski, a gestão da Polícia Federal. E foi na gestão do ministro Lewandowski que o presidente do Master, o [Daniel] Vorcaro, foi preso. Então essa situação que tentam ligar o governo ao ministro Lewandowski é uma tentativa da oposição. O governo tem sido firme, decidido em fazer a investigação", declarou.
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