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ELEIÇÕES
Congresso em Foco
7/2/2026 19:30
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a eleição de 2026 será uma "guerra" e declarou que "acabou o Lulinha paz e amor". Apesar do tom combativo, disse estar "animado para cacete" para tentar disputar um quarto mandato. A fala ocorreu neste sábado (7), durante o evento de aniversário de 46 anos do Partido dos Trabalhadores (PT), em Salvador (BA).
"Eles são desaforados e nós não podemos ficar quietinhos. Não tem essa mais de Lulinha paz e amor. Essa eleição vai ser uma guerra, e nós vamos ter que estar preparados para ela. Estou motivado para cacete".
Lula disse que, mais do que a disputa eleitoral, o que está em jogo é a democracia. Sem citar nomes, o petista afirmou que a gestão anterior tentou construir um "país fascista" e que a manutenção do regime democrático dependeria de sua reeleição.
O presidente também fez um apelo ao presidente nacional do PT, Edinho Silva, para que construa alianças que garantam a sua vitória.
"Precisamos compor e decidir se a gente quer ganhar ou perder. Como eu quero ganhar, Edinho [Silva], você vai ter que tratar de fazer as alianças necessárias para a gente ganhar as eleições. Não tem que fazer negação dos princípios do PT. Um acordo político é uma coisa tática".
Na quarta-feira (4), as executivas nacionais do PT e do PDT apresentaram versões distintas sobre o resultado de uma reunião que tratou do desenho da aliança entre as duas siglas para as eleições deste ano. O presidente do PDT, Carlos Lupi, afirmou ter recebido apoio petista em palanques estaduais no Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná, versão negada pelo partido de Lula.
"Na reunião com o presidente nacional do PT, Edinho Silva, reafirmei a aliança do PDT para reeleger o presidente Lula e recebi a confirmação do compromisso petista de apoiar as candidaturas ao governo de Juliana Brizola, no Rio Grande do Sul; de Alexandre Kalil, em Minas Gerais; e de Requião Filho, no Paraná", escreveu Lupi nas redes sociais.
A publicação veio após nota da direção do PT informando que houve um "diálogo de alto nível sobre a reeleição do presidente Lula", mas que o encontro não teve como objetivo definir palanques estaduais. Segundo o partido, as decisões locais seguem em construção nos diretórios regionais.
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