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SEGURANÇA PÚBLICA

Lula: "Houve um tempo em que era mais bonito vender armas do que livros"

Presidente afirmou que, segundo a Constituição, a segurança pública é responsabilidade dos Estados.

Congresso em Foco

6/2/2026 | Atualizado às 17:00

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O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou nesta sexta-feira (6) que o Brasil viveu um período em que a venda de armas foi incentivada em detrimento do acesso a livros e educação. A declaração foi feita durante a cerimônia de entrega de ambulâncias e equipamentos do Novo PAC Saúde, em Salvador, na Bahia.

Segundo Lula, "se fazia ufologia da arma como se fosse a salvação". Para o presidente, esse modelo contribuiu para o fortalecimento do crime organizado.

"Esse país chegou a um tempo em que era mais bonito vender armas do que vender livros. Se fazia a ufologia da arma como se cada um de nós tivesse uma arma e isso fosse a salvação. Essas armas iam cair na mão do bandido ou do crime organizado."

Ele relembrou que o governo encaminhou ao Congresso Nacional uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para definir com mais clareza o papel da União na área, a chamada PEC da Segurança Pública.

De acordo com o presidente, hoje a Constituição atribui a responsabilidade da segurança pública principalmente aos Estados, enquanto a União atua por meio da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal. A proposta, segundo ele, busca ampliar a coordenação federal.

"Eu estou com a PEC no Congresso para definir qual é o papel da União na segurança pública. Pela Constituição, a segurança pública é responsabilidade dos Estados. A União cuida da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal."

Lula afirmou ainda que, caso a PEC seja aprovada, pretende criar o Ministério da Segurança Pública, desmembrando-o do Ministério da Justiça. Segundo ele, a nova estrutura só fará sentido se houver recursos suficientes para enfrentar o problema de forma efetiva.

Entrega de ambulâncias

Durante o ato, foram entregues mais de mil combos de equipamentos para Unidades Básicas de Saúde (UBS), destinados a ampliar a capacidade de atendimento da atenção primária em municípios baianos. Também foi confirmada a destinação de 107 ambulâncias do Samu, 32 Unidades Odontológicas Móveis e 575 kits de telessaúde.

O presidente participou da entrega simbólica dos equipamentos e destacou o papel do Sistema Único de Saúde no atendimento à população mais pobre. A agenda incluiu ainda a autorização para a construção de três novas policlínicas regionais, nos municípios de Ibotirama, Ipirá e Seabra.

Segundo o governo federal, o conjunto de ações representa o maior pacote de investimentos em saúde já anunciado para a Bahia. Os recursos fazem parte do Novo PAC Saúde e do programa Agora Tem Especialistas, voltado à ampliação do acesso a exames, cirurgias e atendimento especializado no SUS.

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