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CPMI DO INSS

Jaques Wagner nega vínculo do PT com caso Banco Master

Líder do governo diz que tentativa de vincular venda de estatal baiana ao escândalo é "leviana".

Congresso em Foco

26/2/2026 14:45

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Durante sessão da CPMI do INSS nesta quinta-feira (26), o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), rebateu declarações do senador Rogério Marinho (PL-RN) que associaram o escândalo envolvendo o Banco Master à venda de uma rede estadual de supermercados na Bahia.

"O Banco Central, de Vossas Excelências, do ex-presidente Bolsonaro, autoriza a conexão do Banco Máxima, na época, com esse grupo espanhol e, portanto, com o Cartão Sexta. O Máxima depois vira Master, e o trambique que foi feito nada tem a ver com o governo do PT. Portanto, eu estou aqui querendo esclarecer, porque eu acho que nós não podemos viver aqui de narrativa. Nós temos que viver de fatos."

Wagner afirmou que a comparação feita em vídeo exibido na comissão distorce os fatos. Segundo ele, a rede foi criada nos anos 1990 por governos ligados ao então PFL, partido que integrava a base política de Marinho à época.

"Os liberais da Bahia criaram uma rede de supermercados estatal", disse o senador. De acordo com ele, a empresa acumulava prejuízos anuais de até R$ 80 milhões e se tornou insustentável. "Fomos à Bolsa de Valores por duas vezes e deu vazio o certame. Ninguém queria comprar aquele trambolho, aquele dinossauro."

Wagner explicou que, após dois leilões sem interessados, o governo baiano optou por venda direta, conforme previsão legal. A operação, segundo ele, foi feita com um fundo espanhol, que assumiu o controle da rede e do chamado "Cartão Sexta", benefício concedido a servidores públicos para compras com prazo de pagamento.

"O Banco Máxima nem existia à época da venda. Eu não conhecia o Banco Máxima nem o Banco Master. Negociei, como secretário de Desenvolvimento Econômico, com o fundo espanhol que adquiriu."

O senador destacou que a posterior ligação do Banco Máxima, depois rebatizado como Master, ao grupo empresarial ocorreu com autorização do Banco Central já no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. O parlamentar defendeu que não há relação entre a operação feita na Bahia e o escândalo investigado.

"A Polícia Federal nem tangencia o governo do PT na Bahia, mas aqui, como a casa é política, se faz um filmete para tentar colocar no PT a culpa. A tentativa de colocar no meu colo, ou no do governador da época, é absolutamente leviana."

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