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SENADO

Alcolumbre consulta equipe técnica sobre quebra de sigilos de Lulinha

Órgãos técnicos do Senado deverão observar imagens da comissão para verificar validade da votação de requerimentos.

Congresso em Foco

27/2/2026 15:40

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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), determinou aos órgãos técnicos do Senado a elaboração de um relatório aos órgãos técnicos do Senado para averiguar irregularidades na votação requerimento aprovado pela CPMI do INSS de quebra dos sigilos fiscal e bancário de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. A análise será feita a partir das imagens das atividades do colegiado.

A decisão partiu de protestos de parlamentares governistas, que acusam o presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), de descumprimento regimental na reunião de quinta-feira (26). O requerimento foi discutido em votação simbólica, mesmo após protestos de congressistas. Segundo o presidente, o número de deputados e senadores que se posicionaram de forma contrária era inferior à exigência regimental para votação nominal.

Além da revisão das imagens, o presidente do Congresso solicitou à equipe técnica uma avaliação regimental sobre como proceder caso se confirme a irregularidade no processo de aprovação da quebra de sigilo de Lulinha.

Alcolumbre deverá decidir se votação sobre sigilos de Lulinha cumpriu ou não o rito regimental.

Alcolumbre deverá decidir se votação sobre sigilos de Lulinha cumpriu ou não o rito regimental.Marcos Oliveira/Agência Senado

Divergência na contagem

A reunião de quinta-feira foi marcada por tumulto após a proclamação do resultado sobre o requerimento. A votação foi simbólica, com os parlamentares se manifestando fisicamente: quem permanecesse sentado votaria a favor, e quem se levantasse, contra.

Ao anunciar o resultado, Carlos Viana afirmou ter contado sete votos contrários. Segundo ele, o quórum registrado no painel eletrônico era de 31 parlamentares presentes, o que exigiria 16 votos contrários para rejeitar a pauta.

Os governistas, no entanto, apresentaram em recurso a Alcolumbre imagens da transmissão da TV Senado que, segundo eles, mostram 14 parlamentares de pé no momento da votação. Para o grupo, o resultado "fático e objetivo" foi de 14 votos contrários e sete favoráveis, o que configuraria rejeição dos requerimentos entre os titulares presentes.

Em entrevista após a reunião, o senador disse ter contado "duas vezes sete votos contrários" e que a pauta foi aprovada "na integralidade". Ele também declarou esperar que Alcolumbre "receba todas as versões" do ocorrido, mas tem "tranquilidade" de que o regimento foi cumprido.

Ofensiva contra Lulinha

A iniciativa de quebra de sigilos do filho do presidente Lula partiu do próprio relator da CPMI, deputado Alfredo Gaspar (União-AL). No requerimento, argumentou que as informações servirão para que os parlamentares apurem a existência de entradas de R$ 300 mil, em pagamentos feitos por Antônio Carlos Camilo Antunes, o "Careca do INSS".

"A necessidade de investigar Fabio Luis decorre diretamente de mensagens interceptadas em que Antônio Camilo, ao ser questionado sobre o destinatário de um pagamento de R$ 300 mil destinado à empresa de Roberta Luchsinger, responde explicitamente tratar-se de 'o filho do rapaz", justificou.

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