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SENADO

Após ausência de Vorcaro, CAE do Senado cancela reunião desta terça

Colegiado planejava obter esclarecimentos sobre a fraude do Banco Master no Sistema Financeiro Nacional.

Congresso em Foco

10/3/2026 13:11

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A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado cancelou nesta terça-feira (3) a reunião originalmente marcada para acontecer pela manhã. O encontro estava programado para servir ao depoimento do proprietário do Banco Master, Daniel Vorcaro, que deixou de comparecer.

Esta é a segunda vez em que Vorcaro cancela sua participação na CAE. A tentativa anterior aconteceu na última terça (3), mas foi adiada a pedido da própria defesa do banqueiro. O empresário, preso preventivamente desde a última quarta-feira (4), também deixou de comparecer em reuniões da CPMI do INSS, que tenta realizar sua oitiva desde o início do ano, e da CPI do Crime Organizado.

A CAE possui, desde o início de fevereiro, uma subcomissão dedicado ao acompanhamento das investigações envolvendo a fraude financeira do Banco Master. Tal como a comissão principal, o colegiado é presidido pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL).

Reunião cancelada foi a segunda tentativa da CAE de receber Daniel Vorcaro.

Reunião cancelada foi a segunda tentativa da CAE de receber Daniel Vorcaro.Geraldo Magela/Agência Senado

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Prisão de Vorcaro

Daniel Vorcaro foi preso na última quarta-feira (4) na nova etapa da Operação Compliance Zero. Também foram detidos o seu cunhado, Fabiano Zettel, e seu assistente, Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como "Sicário", que tentou suicídio em seguida.

No primeiro momento após a prisão, Vorcaro e Zettel foram levados para a Superintendência da Polícia Federal (PF) em São Paulo, onde ficaram detidos até o início da tarde, quando foram transferidos ao presídio estadual. Nesta sexta, Daniel Vorcaro foi enviado à unidade de segurança máxima em Brasília.

A transferência à penitenciária federal veio por decisão do ministro André Mendonça, do STF, a pedido da Polícia Federal. Segundo a PF, Vorcaro possui capacidade de mobilizar redes de influência que poderiam interferir na apuração das suspeitas envolvendo o Banco Master.

Além do risco de interferência na investigação, os investigadores também apontaram que a transferência para o sistema penitenciário federal ajuda a garantir a integridade física do próprio preso.

Na decisão, o ministro determinou que a Polícia Federal adote imediatamente as providências necessárias para viabilizar a transferência e que as direções dos presídios envolvidos adotem todas as medidas de segurança durante o deslocamento.

Operação Compliance Zero

As prisões de Vorcaro e de Zettel foram cumpridas como parte da terceira fase da Operação Compliance Zero. Segundo a PF, a nova fase da operação apura a possível prática de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos no âmbito da organização criminosa.

De acordo com as investigações, as práticas ligadas ao Banco Master teriam provocado um déficit de até R$ 47 bilhões ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC), responsável por ressarcir investidores e correntistas em casos de quebra de instituições financeiras.

Não é a primeira vez que o banqueiro é alvo da operação. Em novembro, Vorcaro chegou a ser preso pela PF, mas obteve o direito de responder em liberdade, mediante o uso de tornozeleira eletrônica e outras medidas cautelares.

A nova prisão foi fundamentada em elementos colhidos na própria investigação. Mensagens encontradas no celular do banqueiro, apreendido na primeira fase da Operação Compliance Zero, teriam indicado que o empresário determinou a um interlocutor que prestava serviços ao banqueiro que agredisse o colunista Lauro Jardim e ameaçou "moer" uma empregada.

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