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JANELA PARTIDÁRIA

Guilherme Boulos nega rumores sobre acordo de migração do Psol ao PT

Ministro disse lamentar que boatos sobre mudança de sigla tenham vindo de dentro de seu próprio partido.

Congresso em Foco

20/3/2026 18:07

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O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, negou a existência de um acordo para deixar o Psol e disputar a reeleição à Câmara pelo PT. Segundo ele, o boato é fruto de "oportunismo" e "desespero" de uma ala do movimento Revolução Solidária, corrente do partido de onde veio sua base original de apoio.

O rumor sobre a suposta migração partidária foi divulgado em uma carta aberta assinada em nome do "Operativo Nacional da Dissidência da Revolução Solidária", grupo de oposição a Boulos dentro do Psol. De acordo com os signatários, o ministro teria anunciado sua saída ainda a aliados em novembro de 2025, após parte da militância criticar sua entrada no governo federal.

Boulos enfrenta resistência da ala radical do Psol desde que se juntou ao governo Lula.

Boulos enfrenta resistência da ala radical do Psol desde que se juntou ao governo Lula.Valter Campanato/Agência Brasil

Para o grupo, a defesa por parte do ministro da construção de uma federação com o PT, no início deste ano, teria sido uma estratégia para criar justificativa pública para a saída do partido. "Criar uma polêmica, transformá-la em crise, perder no Diretório Nacional do Psol e com base nisso sair", descreve a dissidência.

Os críticos também afirmam que foram deixados de lado nas decisões. Segundo eles, o movimento foi "tratado como gado", já que teriam ficado "sabendo mais pela imprensa e pelas redes sociais do que por canais internos" sobre as articulações políticas do ministro. "Boulos deixou o projeto de construir base social em um projeto à esquerda através do Psol para tentar por dentro do PT ser o escolhido por Lula", acusaram.

Em resposta, Boulos disse lamentar "que uma parte do Psol tenha decidido se apequenar ao divulgar uma carta apócrifa, o que revela oportunismo e desespero". Ele também ressaltou que a divulgação ocorreu em um momento de reorganização interna sobre os rumos políticos do movimento.

A direção do Revolução Solidária também reagiu às críticas. "Fato é que alguns poucos militantes não aceitam métodos democráticos, se acham iluminados, donos da verdade e, quando não convencem (porque não têm base), iniciam linchamento público e tentativas de divisionismo", afirmou em nota.

Segundo o movimento, os autores da carta que insinuam a troca de legenda "querem o partido apenas como consciência crítica da esquerda, não querem crescer e disputar poder. Querem, para sempre, apontar problemas sem participar da solução".

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