Entrar

    Cadastro

    Notícias

    Colunas

    Artigos

    Informativo

    Estados

    Apoiadores

    Radar

    Eleições 2026

    Quem Somos

    Fale Conosco

Entrar

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosRadarEleições 2026
  1. Home >
  2. Notícias >
  3. Veja quais ministros devem deixar o governo e os prováveis substitutos

Publicidade

Publicidade

Receba notícias do Congresso em Foco:

E-mail Whatsapp Telegram Google News

REFORMA MINISTERIAL

Veja quais ministros devem deixar o governo e os prováveis substitutos

Com ao menos 16 ministros cotados para deixar o governo e disputar as eleições, Lula aposta na reforma para reforçar a campanha e preservar a máquina. Outros três titulares ainda não decidiram se sairão.

Congresso em Foco

31/3/2026 | Atualizado às 11:57

A-A+
COMPARTILHE ESTA NOTÍCIA

Às vésperas do prazo de desincompatibilização, que termina em 4 de abril, o governo Lula se prepara para uma ampla reforma na Esplanada. Ao menos 16 dos 38 ministros são cotados para deixar seus cargos para disputar as eleições de outubro, e o número ainda pode crescer, já que pelo menos três auxiliares do presidente seguem sem anunciar se concorrerão ou se permanecerão no governo. Se esse cenário se confirmar, Lula fará a maior reforma ministerial por motivo eleitoral entre os governos recentes. Desde 2006, a média de saídas em anos de eleição presidencial gira em torno de dez ministros por governo.

Com a ampla reforma ministerial, Lula tenta transformar uma debandada inevitável em ativo de campanha: os ministros saem para disputar votos, mas carregam consigo a tarefa de defender o legado do atual governo em seus Estados. Lula também aposta no potencial eleitoral desses auxiliares para ampliar a presença de aliados no Legislativo e no Executivo a partir de 2027.

Chapa reeditada

Nesta terça-feira (31), em reunião ministerial, Lula confirmou a saída de Geraldo Alckmin do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) para concorrer novamente como vice em sua chapa em outubro, desfazendo especulações de uma eventual candidatura do ex-governador ao Senado por São Paulo.

O tamanho da mudança impressiona porque deixa o governo perto de mexer em quase metade do ministério, composto por 38 pastas, de uma só vez. E a dança das cadeiras não deve parar aí. O ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula (PSD), por exemplo, é cotado para assumir o Ministério da Agricultura, no lugar de Carlos Fávaro (PSD), que deve disputar o Senado.

Lula comanda reunião ministerial desta terça-feira (31), que servirá de despedida para quase metade dos seus auxiliares diretos.

Lula comanda reunião ministerial desta terça-feira (31), que servirá de despedida para quase metade dos seus auxiliares diretos.Ricardo Stuckert/PR

Promoção e indefinições

Lula decidiu conduzir essa transição com o mínimo possível de sobressaltos. Em vez de abrir uma disputa política generalizada por espaço, o presidente optou, em vários casos, por promover os secretários-executivos — os números 2 das pastas — ao posto de ministro. É o caso de Miriam Belchior, cotada para a Casa Civil no lugar de Rui Costa (PT); de Vladmir Lima, nas Cidades, no lugar de Jader Filho (MDB); de Leonardo Barchini, na Educação, já confirmado para a vaga de Camilo Santana (PT); e de João Paulo Capobianco, favorito para assumir o Meio Ambiente no lugar de Marina Silva (Rede).

Há ainda ministérios cujo substituto não foi definido, como Ciência e Tecnologia, Direitos Humanos, Esporte, Integração, Relações Institucionais e Empreendedorismo. Ao promover os auxiliares diretos dos atuais ministros, Lula busca preservar a continuidade administrativa e evitar que a máquina perca ritmo em pleno ano de campanha.

Esse modelo já foi testado em uma das áreas mais sensíveis do governo. Com a saída de Fernando Haddad da Fazenda, Lula escolheu Dario Durigan, então secretário-executivo da pasta, para assumir o comando. Durigan tomou posse no último dia 26. Depois de muita resistência, Haddad aceitou o pedido de Lula para disputar o governo de São Paulo. A ideia inicial do ex-ministro era deixar o cargo para se dedicar à coordenação da campanha pela reeleição do presidente.

Entre os nomes cotados para deixar o governo também estão Renan Filho (MDB), que mira o governo de Alagoas; Simone Tebet (PSB), André Fufuca (PP) e Silvio Costa Filho (Republicanos), que pretendem concorrer ao Senado; além de ministras como Sonia Guajajara (Psol) e Anielle Franco (PT), que podem disputar vagas na Câmara.

No grupo dos ainda indefinidos aparecem Luciana Santos (PCdoB), Márcio França (PSB) e Wolney Queiroz (PDT), todos com futuro em aberto. Márcio quer disputar o governo ou o Senado por São Paulo, mas Lula tenta convencê-lo a assumir o MDIC, no lugar de Geraldo Alckmin.

Siga-nos noGoogle News
Compartilhar

Tags

ministros Carlos Fávaro Fernando Haddad simone tebet reforma ministerial renan filho Rui Costa eleições 2026 Geraldo Alckmin Lula

Temas

Eleições

LEIA MAIS

ELEIÇÕES 2026

Caiado diz que Flávio não tem experiência para governar

Serviço Público

Lula cria 24 mil vagas federais; educação concentra maioria dos postos

GOVERNADOR-TAMPÃO

PL pede ao STF que futuro presidente da Alerj assuma governo

NOTÍCIAS MAIS LIDAS
Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosFale Conosco

CONGRESSO EM FOCO NAS REDES