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CASO BANCO MASTER

Campos Neto falta pela terceira vez à CPI do Crime Organizado

A comissão tenta ouvir o ex-presidente do BC desde o início de março. Ele se valeu de um habeas corpus do ministro André Mendonça, que tornou sua presença na comissão facultativa.

Congresso em Foco

8/4/2026 | Atualizado às 11:36

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O ex-presidente do Banco Central Roberto Campos Neto faltou, pela terceira vez, à CPI do Crime Organizado do Senado nesta quarta-feira (8). A ausência foi confirmada na abertura da reunião pelo presidente da comissão, senador Fabiano Contarato (PT-ES). O colegiado ouve o outro convidado do dia, o atual presidente do BC, Gabriel Galípolo, na condição de convidado.

A comissão tenta ouvir Campos Neto desde 3 de março, quando foi aprovada sua convocação para prestar esclarecimentos sobre possíveis falhas na fiscalização do sistema financeiro, especialmente no contexto do caso Banco Master. A suspeita levantada pelos senadores é a de que fragilidades na regulação e na supervisão bancária, durante sua gestão, possam ter favorecido a atuação e a expansão de organizações criminosas.

Senadores queriam questionar Campos Neto sobre eventuais falhas de sua gestão na fiscalização do Banco Master.

Senadores queriam questionar Campos Neto sobre eventuais falhas de sua gestão na fiscalização do Banco Master.Danilo Verpa/Folhapress

A primeira tentativa de ouvi-lo fracassou ainda no começo de março, após decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, que concedeu habeas corpus a Campos Neto e o desobrigou de comparecer à CPI. Na ocasião, segundo integrantes da comissão, ele informou que estaria disposto a responder por escrito aos questionamentos dos senadores.

Mesmo assim, a CPI insistiu na convocação. Houve nova tentativa no fim de março, e, nesta quarta, o ex-presidente do BC voltou a não comparecer. De acordo com a informação repassada por Contarato durante a reunião, a defesa de Campos Neto alegou que a aprovação de um novo requerimento de convocação contrariaria a decisão já tomada por André Mendonça.

A ausência ocorre na reta final dos trabalhos da CPI, que tem prazo de funcionamento até 14 de abril. Sem perspectiva de novos avanços no calendário, o relator Alessandro Vieira (MDB-SE) já indicou que o relatório final deve ser apresentado e votado na próxima semana. Até lá, a comissão tenta concentrar os últimos depoimentos e diligências considerados essenciais antes do encerramento formal das atividades.

Como mostrou o Congresso em Foco, Campos Neto é uma das seis pessoas que conseguiu reverter no STF a obrigatoriedade de comparecer à CPI do Crime Organizado.

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