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CPI do Crime

Galípolo pede "socorro" a senadores para aprovar autonomia do BC

Presidente do Banco Central afirmou que a medida é necessária para alinhar o Brasil a padrões internacionais.

Congresso em Foco

8/4/2026 13:48

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Durante oitiva da CPI do Crime Organizado nesta quarta-feira (8), o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, pediu "socorro" ao Congresso para aprovar a PEC 65/2023, que amplia a autonomia da instituição. Galípolo afirmou que a medida é necessária para alinhar o Brasil a padrões internacionais.

O presidente do BC disse que a proposta não reduz a fiscalização sobre os gastos públicos. Segundo Galípolo, o Banco Central deve ampliar os mecanismos de controle e transparência. "Quanto mais instâncias de controle, melhor", sustentou.

Na sessão, o presidente da autoridade monetária pediu apoio do Legislativo para avançar com a proposta, que está parada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. O dirigente destacou que a estrutura atual limita a capacidade de atuação do órgão, sobretudo na supervisão do sistema financeiro.

Para o presidente do BC, existe uma necessidade de investir em tecnologia, como inteligência artificial, para melhorar o monitoramento de operações financeiras. Galípolo reiterou a redução no quadro de servidores nos últimos anos e comparou o Brasil a outros países. De acordo com o presidente da institução, o Banco Central brasileiro conta com cerca de três mil funcionários, número inferior ao de instituições similares no exterior.

"Se a gente olha para o resto do mundo, há dois movimentos principais. O primeiro é o investimento em pessoas na área de supervisão. No Brasil, muitas vezes um servidor acompanha até 30 instituições e o país tem muitas instituições financeiras, justamente por ter sido inovador nesse setor. Na Europa, por exemplo, esse número é bem diferente: há muito mais pessoas envolvidas na supervisão."

O segundo movimento, segundo o dirigente, é o investimento em tecnologia que tem sido intensificado em países como Estados Unidos e Alemanha. "A inteligência artificial permite aumentar muito a capacidade de supervisão. Estamos falando de trilhões de reais em operações por dia no sistema financeiro. Identificar fraudes nesse volume apenas com análise manual é praticamente impossível", defendeu.

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