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Dark Horse
Congresso em Foco
1/6/2026 | Atualizado às 12:38
O pré-candidato à Presidência e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta segunda-feira (1º) que a operação deflagrada pela Polícia Civil de São Paulo para investigar a ONG Instituto Conhecer Brasil (ICB), "não tem nada a ver" com o filme Dark Horse. A organização pertence à empresária Karina Ferreira da Gama, sócia de produtora de obra cinematográfica sobre Jair Bolsonaro.
Flávio respondeu ao questionamento durante um evento do Projeto de Integração, Sustentabilidade e Desenvolvimento em Mobilidade no Rio de Janeiro (PRISMA-RJ), uma iniciativa dos Programas de Pós-Graduação em Engenharia da Universidade Federal do RJ. O grupo estuda a implantação da Linha 3 do Metrô para conectar Niterói, São Gonçalo e Itaboraí à cidade do Rio de Janeiro.
Operação Wi-fi Livre
A Operação Wi-Fi Livre SP investiga suspeitas de fraude em um contrato de R$ 108 milhões entre a Prefeitura e a ONG, responsável por levar internet gratuita a comunidades.
A entidade é suspeita de irregularidades na contratação e execução do serviço, como pagamentos por serviços não realizados, superfaturamento e falhas na prestação de contas.
Segundo as investigações, o contrato previa 5 mil pontos de internet, mas apenas 3,2 mil foram entregues. Também há indícios de uso de notas fiscais canceladas e repasses antecipados sem a devida execução. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos, mas não houve prisões.
Dark Horse
O filme Dark Horse é uma produção audiovisual que retrata a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro, com foco na campanha eleitoral de 2018 até vencer a disputa presidencial.
O projeto é desenvolvido pela produtora Go Up Entertainment. O filme conta com a participação de aliados políticos de Bolsonaro e busca apresentar os bastidores da campanha, destacando sua ascensão no cenário político nacional.
A produção ganhou repercussão não apenas pelo conteúdo político, mas também pelo investimento de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master preso por fraudes no sistema financeiro. O ex-secretário de Cultura Mario Frias (PL-SP), hoje deputado, atua como diretor-executivo do projeto.
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