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Congresso em Foco
31/8/2026 | Atualizado às 17:59
Flávio Bolsonaro (PL) desejou nesta segunda-feira (31) que Renan Santos (Missão) restabeleça sua candidatura após decisão do ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que impôs uma série de restrições à campanha presidencial de Renan Santos (Missão).
"O presidente Bolsonaro está com suas redes sociais bloqueadas há mais de um ano e a censura não pode mais ser banalizada no Brasil!"
A manifestação ocorre após Toffoli determinar medidas que atingem diretamente a campanha de Renan enquanto o Tribunal analisa seu pedido de registro de candidatura. A decisão é cautelar e não representa, neste momento, o indeferimento definitivo do registro do candidato do Missão.
Em manifestação pública, o partido Novo classificou a medida como "absurda", acusou ministros de abuso de poder e comparou o tratamento dado ao candidato com o recebido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em episódio relacionado ao Carnaval do Rio de Janeiro.
"Não há ameaça maior à nossa democracia do que ministros que abusam do poder. A decisão de Dias Toffoli, que suspendeu a campanha de Renan Santos, é absurda."
Ao criticar Toffoli, o Novo buscou apontar o que considera uma diferença de tratamento da Justiça Eleitoral entre candidatos. "Enquanto isso, Lula fez campanha antecipada com um desfile no Carnaval do Rio, sem sofrer qualquer consequência", declarou o partido.
Depois de Flávio e do partido Novo, que integra a disputa presidencia com Romeu Zema, foi a vez de Ronaldo Caiado (PSB) se manifestar. O candidato destacou que os dois são adversários na corrida ao Planalto, mas classificou a medida como "desproporcional" e afirmou que não se considera beneficiado eleitoralmente por uma decisão que, em sua avaliação, "praticamente paralisa" a campanha de Renan.
"Como candidato adversário, não me sinto beneficiado por uma medida que, a partir de uma controvérsia no procedimento de registro de suas redes sociais, praticamente paralisa sua campanha", escreveu Caiado nas redes sociais.
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