Publicidade
Publicidade
Receba notícias do Congresso em Foco:
Eleições
Congresso em Foco
21/10/2026 14:57
O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) defendeu nesta quarta-feira (21) que quem ocupa a presidência da República não tenha sigilos bancário, fiscal ou telefônico e usou o argumento para cobrar explicações do candidato Flávio Bolsonaro (PL) sobre episódios envolvendo suas atividades financeiras e políticas.
A declaração ocorre na reta final do segundo turno da eleição presidencial, marcado para domingo (25), e em meio à discussão entre as campanhas sobre a abertura de informações financeiras dos candidatos.
"Eu defendo que quem se elege presidente não devia ter sigilo, nem bancário, nem fiscal, nem telefônico. Vida pública é pública. Quem não quiser ter vida pública vai para o setor privado."
Para o vice-presidente, quem disputa o comando do país deve estar disposto a dar transparência às próprias informações e responder aos questionamentos relacionados à sua atuação pública.
A fala de Alckmin reforça uma discussão que passou a ocupar espaço na campanha presidencial depois de Lula propor a abertura de informações bancárias, fiscais e telefônicas dele próprio e de familiares, condicionada a uma medida equivalente por parte de Flávio Bolsonaro e de familiares do candidato do PL.
Temas
LEIA MAIS
RELAÇÕES EXTERIORES
Especialistas da ONU alertam para risco eleitoral em ações da Meta
CONTAGEM REGRESSIVA
Lula ou Flávio? Como estão as pesquisas a quatro dias do 2º turno