Entrar

    Cadastro

    Notícias

    Colunas

    Artigos

    Informativo

    Estados

    Apoiadores

    Radar

    Quem Somos

    Fale Conosco

Entrar

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigos
  1. Home >
  2. Notícias >
  3. Senadores iniciam 3º dia de discussões da CPMF

Publicidade

Publicidade

Receba notícias do Congresso em Foco:

E-mail Whatsapp Telegram Google News

Senadores iniciam 3º dia de discussões da CPMF

Congresso em Foco

29/11/2007 | Atualizado às 21:01

A-A+
COMPARTILHE ESTA NOTÍCIA

O plenário do Senado realiza neste momento a discussão, em primeiro turno, da PEC 89/07, que prorroga até 2011 o prazo de vigência para a cobrança da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), tema que movimenta o Parlamento nestas últimas semanas do ano.

Trata-se da terceira sessão deliberativa, entre as cinco previstas pelo regimento interno da Casa, antes de a matéria ir à votação em plenário.

Antes do início das discussões, o Congresso em Foco conversou com o Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), um dos senadores “dissidentes”  do seu partido, pelo fato de, mesmo integrando a base aliada do governo, já manifestou contrariedade à prorrogação da cobrança do tributo. Jarbas participou da reunião realizada ontem (28) na liderança do DEM no Senado, ocasião em que, garantem os oposicionistas, obtiveram a significativa adesão de senadores da base governista, chegando 32 senadores contrários à PEC. (leia mais)

“Mantenho minha posição de votar contra, e isso não é questão de negociação. A única coisa que não admito é o que Lula diz hoje, de público: que o imposto criado, que foi temporário e está virando permanente, serve para combater a sonegação. Então, que ele mande uma mensagem em regime de urgência taxando em 0,01%, que todo mundo vai votar”, disse Jarbas à reportagem, alfinetando a alíquota atual do tributo (0,38%).

Segundo o peemedebista, o fato de a oposição realizar sucessivas reuniões e buscar o diálogo sem restrição de partido é uma estratégia acertada. “É a oportunidade que se tem de reduzir a carga tributária, e não a oportunidade de a oposição votar contra o PT ou contra Lula. A negociação é por se votar a redução da carga tributária. A pergunta é: e por que não votar a alíquota do imposto de renda? É porque não está em discussão, o que está em discussão é a CPMF, que tem sobrevida até 31 de dezembro”, explicou, para em seguida expor as razões de sua escolha.

“Se nós temos esta oportunidade, por que não votar contra? Primeiro, porque o caráter dela [CPMF] é temporário. Segundo, porque ela foi desvirtuada, foi criada para atender à saúde e hoje atende à Bolsa Família e a várias outras coisas. E o governo tem de se adaptar ao Orçamento,” defendeu o peemedebista, um dos mais antigos parlamentares desta legislatura. Para Jarbas, a matéria será votada antes do recesso paramentar de fim de ano (22 de dezembro). “Acho que sim, porque o governo tem interesse. Se quer dinheiro, ele vai votar antes do recesso”, concluiu.

Neste momento, o senador Heráclito Fortes (DEM-PI) faz pronunciamento na tribuna do plenário contra a prorrogação da cobrança do chamado imposto do cheque. (Fábio Góis)

Siga-nos noGoogle News
Compartilhar

Temas

Reportagem

LEIA MAIS

Subcomissão aprova mudanças no voto eletrônico

Senadores aprovam projeto que legitima centrais

Eduardo Militão recebe Prêmio Imprensa Embratel

NOTÍCIAS MAIS LIDAS
Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosFale Conosco

CONGRESSO EM FOCO NAS REDES