Entrar

    Cadastro

    Notícias

    Colunas

    Artigos

    Informativo

    Estados

    Apoiadores

    Radar

    Eleições 2026

    Quem Somos

    Fale Conosco

Entrar

Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosEleições 2026RadarPrêmio
  1. Home >
  2. Notícias >
  3. Desemprego cai a 5,2% e Brasil bate recorde de trabalhadores ocupados

Publicidade

Publicidade

Receba notícias do Congresso em Foco:

E-mail Whatsapp Telegram Google News

MERCADO DE TRABALHO

Desemprego cai a 5,2% e Brasil bate recorde de trabalhadores ocupados

Brasil chega a 103,6 milhões de trabalhadores ocupados, maior número desde 2012; emprego com carteira fica estável, mas quantidade de desalentados aumenta.

Congresso em Foco

30/10/2026 | Atualizado às 13:51

A-A+
COMPARTILHE ESTA NOTÍCIA

A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,2% no terceiro trimestre de 2026, o menor índice registrado para esse período desde o início da série histórica, em 2012. O resultado representa uma redução em relação aos 5,4% do trimestre anterior e aos 5,6% de julho a setembro de 2025. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O país registrou 5,6 milhões de desempregados, 234 mil a menos que no trimestre anterior e 417 mil a menos que há um ano. A população ocupada chegou ao recorde de 103,6 milhões de pessoas, com aumento de 581 mil trabalhadores em três meses. A construção civil se destacou, com crescimento de 2,8% na ocupação, equivalente a 210 mil pessoas.

Variação da taxa de desocupação desde o início do ano.

Variação da taxa de desocupação desde o início do ano.Reprodução/IBGE

Também houve recordes no número de empregadores, que atingiu 4,5 milhões, e de empregados no setor público, com 13,2 milhões. Já o contingente de trabalhadores com carteira assinada no setor privado permaneceu estável, em 39,4 milhões. O mesmo ocorreu com os empregados sem carteira (13,7 milhões) e os trabalhadores por conta própria (26,1 milhões).

Desalento cresce e renda bate recorde

Apesar da queda do desemprego, o número de desalentados — pessoas que desistiram de procurar trabalho — aumentou 7,5% no trimestre, chegando a 2,5 milhões. Também cresceu o contingente de trabalhadores que gostariam de trabalhar mais horas, que atingiu 4,3 milhões. A taxa de subutilização da força de trabalho ficou estável em 13%.

Variação da taxa de desocupação desde o início do ano.

Variação da taxa de desocupação desde o início do ano.Rafael Henrique/AtoPress/Folhapress

O rendimento médio real habitual chegou a R$ 3.790, com estabilidade no trimestre e alta de 3,6% em um ano. A massa de rendimentos, soma da renda recebida pelos trabalhadores, bateu recorde de R$ 387,5 bilhões, com crescimento de 4,7% na comparação anual.

Segundo o IBGE, a estabilidade em diferentes modalidades de contratação pode indicar cautela do mercado diante das eleições. A próxima divulgação da PNAD Contínua, referente ao trimestre encerrado em outubro, está prevista para 27 de novembro.

Entre no canal de WhatsApp do Congresso em Foco

Siga-nos noGoogle News
Compartilhar

Tags

mercado de trabalho desemprego desocupação IBGE

Temas

Economia

LEIA MAIS

CÂMARA DOS DEPUTADOS

Arnaldo Jardim propõe crédito tributário para estoques de remédios

ECONOMIA

Câmara aprova subsídio de R$ 12 por tonelada de cana no Nordeste

ECONOMIA

Após proibição das bets, venda de alimentos cresce 6,5%, diz Abras

NOTÍCIAS MAIS LIDAS
Congresso em Foco
NotíciasColunasArtigosFale Conosco

CONGRESSO EM FOCO NAS REDES