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Lula diz que morte de Daniel está esclarecida

Congresso em Foco

27/9/2006 | Atualizado às 22:59

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O presidente Lula disse, em entrevista à Rede Record, que a morte do prefeito de Santo André (SP), Celso Daniel, em janeiro de 2002, já foi esclarecida e teria sido "um assassinato premetidado pelos seqüestradores". O candidato à reeleição pelo PT voltou a culpar a oposição pelas novas versões sobre o caso, que apontaram para crime político. A versão do candidato contradiz as principais conclusões da CPI dos Bingos e as investigações da Polícia Civil de São Paulo. Leia a íntegra de um trecho do relatório da comissão:

 "O Poder Judiciário, nas três primeiras instâncias (Juiz de Direito de Itapecerica da Serra-SP, Tribunal de Justiça de São Paulo e Superior Tribunal de Justiça) já trabalha com a convicção de que o assassinato de Celso Daniel não foi um crime comum porque reconheceu que a denúncia e as provas produzidas pelo Ministério Público de São Paulo são válidas, importantes e precisas. A mesma tese vem sendo investigada novamente pela Polícia Civil do Estado. Prevalece a certeza, portanto, de que seu homicídio decorreu de ligações com esquemas de arrecadação de propinas de empresas prestadoras de serviços públicos ao município de Santo André que seriam encaminhadas para a direção nacional do Partido dos Trabalhadores."

Lula também reiterou o discurso petista de que as pessoas que criticam o trabalho da Polícia Federal no caso recente do dossiê são as mesmas que participaram da operação que acabou por tirar a senadora Roseana Sarney (PFL-MA) da disputa eleitoral em 2002, quando era a pré-candidata do PFL à Presidência.

O presidente fez com isso uma referência clara ao procurador da República Mário Lúcio Avellar, responsável pela investigação sobre o dossiê, que criticou a lentidão da PF na apuração da origem do R$ 1,7 milhão encontrado com os petistas que trabalhavam na sua campanha presidencial petista. Mário Lúcio também estava à frente da apreensão de R$ 1,34 milhão em dinheiro da Lunus, empresa do marido de Roseana, acusado de desvios de verbas na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam). (Lúcio Lambranho)

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