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Congresso em Foco
Autoria e responsabilidade de Erick Mota
29/1/2020 7:13
No total, 69 candidatos foram aprovados para a terceira e última etapa, destes, três eram mulheres.
Desta vez, os candidatos ficaram frente a frente com membros da executiva nacional do partido e do departamento de apoio ao candidato. Segundo o responsável pelo Departamento de Apoio ao Candidato e coordenador do processo seletivo, Ubiratan Guimarães, a banca contou com 40% de participação feminina.
Para a banca, os candidatos fizeram apresentações sobre suas carreiras profissionais, diagnósticos da cidade a qual pretendiam pleitear a prefeitura e propuseram algumas soluções que entendessem como prioritárias para a cidade. A banca fazia questionamentos por 40 minutos aos candidatos.
Ao termino de todo o processo, apenas uma mulher conseguiu se pré-candidatar pela sigla. Juliana Benicio vai concorrer para a prefeitura de Niterói. Ela é mestre em economia e doutora em engenharia de produção. Tem 15 anos de experiência em gestão educacional e atua como coordenadora de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ) e como avaliadora do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), do Ministério da Educação (MEC).
Questionado sobre o motivo que pode ter levado Juliana a ser uma exceção nas candidaturas municipais da sigla, Ubiratan Guimarães ressaltou que "a própria carreira executiva é uma carreira que as mulheres acabaram sendo incorporadas à pouco tempo" e para ele, este pode ser o motivo que levou a pouca procura de candidatas ao pleito.
"Eu acho que ainda para a mulher assumir um cargo executivo público, a decisão tem um peso maior dentro da estrutura familiar dela. Para a mulher, a avaliação ainda é um pouco mais pesada do que a avaliação que o homem faz", disse o coordenador, que acredita que o número de candidatas para os cargos de vereadores será muito maior.
"O processo seletivo é rigoroso, porque nós não podemos correr o risco de ter pessoas desalinhadas, que não tenham incorporado os valores do Novo", concluiu.
Espaço da mulher na política
O resultado gerado pelo processo seletivo do Novo não é exceção. O Brasil ocupa a 161ª posição no Ranking de Presença Feminina no Poder Executivo, dentre os 186 países analisados pelo Projeto Mulheres Inspiradoras (PMI) - 2018.
O país ocupa 134º lugar em representatividade feminina no parlamento. Estes números coloca o Brasil atrás do Ubesquistão, Arábia Saudita, Marrocos, Venezuela e Cingapura, por exemplo.
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